sejam bem vindos!!!

Mentes em Ação,significa pensar,conhecer,entender,significa também medir,ponderar as ideias.( Fazer Reciclaaação )
Mostrando postagens com marcador Memória.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Memória.. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de maio de 2012

Calorias demais dobram risco de perda de memória


Déficit cognitivo leve

Uma nova pesquisa sugere que consumir entre 2.100 e 6.000 calorias por dia pode dobrar o risco de perda de memória.

A perda de memória, ou déficit cognitivo leve, foi observado entre pessoas com 70 anos ou mais.

O déficit cognitivo leve é o estágio entre a perda de memória normalmente atribuída ao envelhecimento e os primeiros sinais da doença de Alzheimer.

"Nós observamos um padrão de dose-resposta, o que significa, em termos mais simples, quanto maior a quantidade de calorias consumidas a cada dia, maior o risco de déficit cognitivo leve," disse a Dra. Yonas Geda, da Clínica Mayo (EUA).

Ingestão de calorias

O estudo envolveu 1.233 pessoas, com idades entre 70 e 89 e livres de demência. Nesse grupo, 163 apresentaram o déficit cognitivo leve.

Os participantes relataram a quantidade de calorias que comiam ou bebiam em um questionário alimentar. Eles foram divididos em três grupos iguais, com base em seu consumo calórico diário.

Um terço dos participantes consumia entre 600 e 1.526 calorias por dia, um terço entre 1.526 e 2.143 e um terço consumia entre 2.143 e 6.000 calorias por dia.

As probabilidades de se ter déficit cognitivo leve mais do que duplicaram para aqueles no grupo de maior ingestão de calorias em comparação com aqueles do grupo de menor consumo de calorias.

Lembre-se de não comer demais

Os resultados foram os mesmos após o ajuste para o histórico de diabetes, acidente vascular cerebral, nível educacional e outros fatores que podem afetar o risco de perda de memória.

Não houve diferença significativa no risco para o grupo do meio.

"Cortar calorias e comer alimentos que compõem uma dieta saudável pode ser a maneira mais simples para evitar a perda de memória à medida que envelhecemos," disse Geda. 
Diário da Saúde.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

retardar a perda de memória com a idade como?


Muita gente encara a senilidade e a perda gradual de memória como processos irreversíveis e naturais do ser humano. Mas você pode tomar algumas medidas, desde jovem, para evitar que a velhice traga esses problemas com tanta intensidade. O cérebro pode envelhecer mais lentamente se você souber o que fazer.

Muitas pessoas que atingem a casa dos 60 anos passam a temer o mal de Alzheimer. Sendo uma doença de raízes genéticas, não pode ser evitada dependendo do seu DNA. Mas a maior parte dos casos de demência que atingem a terceira idade tem muito pouco ou nada a ver com genética: são consequências diretas de certos hábitos de vida.

O senso comum criou a ideia, nas últimas décadas, de que a receita para manter seu cérebro “jovem” é fazer atividades mentais como sudoku e palavras cruzadas. É um engano. O próprio coordenador do Instituto de Saúde Mental dos EUA, Majid Fotuhi, se encarrega de desmentir isso.

O neurologista americano garante que a melhor maneira de manter a mente saudável é fazer o mesmo com o corpo. Manter-se em forma é o primeiro passo para garantir a longevidade cerebral. Ao lado disso, como explica o médico, é importante manter-se socialmente ativo, interagindo com outros grupos de pessoas. O Dr. Fotuhi pratica dança de salão desde a juventude, e recomenda esta atividade como uma das melhores para o objetivo.

Uma recente descoberta, feita com o que há de melhor no campo da ressonância magnética, revelou que o exercício constante pode literalmente fazer o cérebro crescer. O hipocampo cerebral geralmente começa a perder entre 1% e 2% de seu volume por ano a partir dos 50 anos. Mas a atividade física regular reduz sensivelmente esse encolhimento.

Uma pesquisa da Universidade de Illinois (EUA) comprovou isso, em um estudo com 120 adultos. Depois de um ano se exercitando sob supervisão dos cientistas, os participante tiveram em média aumento de 2% do volume do hipocampo.

Os cientistas enfatizam, no entanto, que não é recomendável só começar a se preocupar com isso quando você atingir a idade onde o ser humano está sujeito à demência. Quanto mais jovem você começar a trabalhar para evitar esse problema no futuro, melhores serão os resultados. [CNN]
HYpescience.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

DNA carrega memória das condições de vida na infância!!!


Não é apenas o homem que é "desenhado" pelo seu DNA, mas também o DNA é alterado pela forma de vida do homem.[Imagem: McGill University]
Impresso no DNA

As condições de vida de uma família afetam de forma significativa o DNA das crianças.

E estas alterações genéticas duram até a meia-idade do indivíduo.

A conclusão é resultado de uma pesquisa que vem monitorando 10.000 pessoas desde o seu nascimento, em 1958.

"Esta é a primeira vez que conseguimos estabelecer essa associação entre as condições econômicas no início da vida e a bioquímica do DNA," afirmou Moshe Szyf, da Universidade McGill, no Canadá.

A conclusão vem no mesmo sentido de outra pesquisa recente, que mostrou os efeitos das mudanças epigenéticas sobre o DNA, assim como de várias outras que têm revelado que não é apenas o homem que é "desenhado" pelo seu DNA, mas também o DNA é alterado pela forma de vida do homem.

Memória do DNA

Os cientistas estudaram a metilação genética associada com fatores sociais e econômicos na infância e encontraram diferenças claras entre pessoas que cresceram em famílias com padrões de vida muito elevados e muito baixos.

Mas que o dobro das diferenças de metilação - 1.252 contra 545 - foram associadas com o efeito combinado da renda econômica, condições de moradia e emprego dos pais - em comparação com as condições existentes na vida adulta.

A descoberta pode explicar porque problemas de saúde adquiridos na infância, associados com más condições de vida, podem perdurar na vida adulta, mesmo depois que a pessoa experimenta uma melhoria nas condições de vida.

Por outro lado, melhores condições na infância podem resultar em melhor saúde na vida adulta.

Metilação do DNA

Em termos gerais, a metilação de um gene em um ponto significativo do DNA reduz a atividade do gene.

É a metilação do DNA que está associada à chamada modificação epigenética do DNA, pela qual as condições e as experiências de vida do indivíduo podem ser incorporadas em seu DNA.

O novo estudo comprova que as condições de vida podem ser "impressas" no DNA, continuando a influenciar a saúde - para melhor ou para pior - ao longo da vida da pessoa.

"Se pensarmos no genoma como frases, o seu DNA, ou suas letras, são aquilo que você herda do seu pai e sua mãe. A metilação do DNA funciona como os sinais de pontuação, que determinam como as letras devem ser combinadas em frases e parágrafos, que são lidos de maneira diferente nos diferentes órgãos do corpo, o coração, o cérebro, e assim por diante," explica o pesquisador.

"O que aprendemos com este estudo é que estes sinais de pontuação são sensíveis aos sinais que vêm do ambiente, e que eles são influenciados pelas condições de vida na infância. Essencialmente, eles agem como um mecanismo, acreditamos, para adaptar o DNA para as mudanças rápidas do mundo [da criança]," conclui ele.
Diário da Saúde!!!

terça-feira, 14 de junho de 2011

O fim do mundo está gravado na mente humana!!!

É fácil zombar dos fundamentalistas religiosos, mas os cenários apocalípticos não são exclusividade da religião. [Imagem: NASA]
Profecias do fim do mundo

Por que as profecias do fim do mundo fazem tanto sucesso?

Ano após ano, profecias de algum tipo ganham atenção do público, de calendários antigos e êxtases religiosos até o colapso ambiental do planeta.

E todos esses pregadores parecem seguir um roteiro comum: uma etapa de destruição e devastação, seguida por um renascimento, quando "finalmente as pessoas entenderão...", seguindo-se aqui a mensagem de cada um.

Arquétipo

O arquétipo dessas profecias é o mito do dilúvio, do qual o mundo renasce depois de ser lavado de algum tipo de pecado.

A mais recente encarnação desse mito de destruição e redenção foi apresentada ao mundo pelo pastor evangélico e radialista Harold Camping, nos Estados Unidos.

Originalmente previsto para ocorrer em 21 de Maio, o fim do mundo foi adiado para outubro tão logo raiou o 22 de Maio.

Mas, a partir de Novembro, os entusiastas do apocalipse não ficarão despreocupados: eles poderão ficar esperando uma pretensa previsão do calendário Maia, marcada para Dezembro de 2012 - um fato curioso é que esta parece ser a primeira previsão em que os "previsores" acabaram antes do mundo.

Fim do mundo cientificista

É fácil zombar dos fundamentalistas religiosos, mas tais cenários apocalípticos não são exclusividade da religião.

Fins-do-mundo seculares podem ser encontrados no fim do capitalismo de Karl Marx ou no fim da história de Francis Fukuyama.

Bem acompanhados pelos apocalipses cientificistas trazidos pelo aquecimento global, eras glaciais, tempestades solares, planetas errantes, colisões cósmicas, supervulcões, superpopulação, poluição, inverno nuclear, vírus geneticamente modificados, nanorrobôs fugidos de laboratórios de nanotecnologia... pode-se escolher a versão mais a gosto de cada um.

O famoso físico Stephen Hawking, advertiu a humanidade que o contato com extra-terrestres poderá resultar em nossa escravidão ou extinção - outro tipo de apocalipse.

É claro que ninguém se importa mais com a última profecia que falhou - alguém ainda se lembra do Bug do Milênio? O que interessa é acreditar que "a coisa, desta vez, vai mesmo para o brejo".

Dado que, por definição, só pode haver um apocalipse, a maioria continuará falhando.

O arquétipo das profecias do fim do mundo é o mito do dilúvio, do qual o mundo renasce depois de ser lavado de algum tipo de pecado. [Imagem: Wikimedia]

Psicologia do apocalipse

Mas por que, então, continuamos a sentir tanta atração por essa narrativa básica? Qual é a psicologia por trás das profecias apocalípticas, tanto religiosas quanto seculares?

Segundo os pesquisadores, a resposta está nos processos emocionais e cognitivos do nosso cérebro.

Emocionalmente, o fim do mundo representa uma renovação, uma transição para um novo começo e uma vida melhor pela frente.

Nas narrativas religiosas, Deus castiga os pecadores e ressuscita os virtuosos. Para os secularistas, os pecados da humanidade são expiados por meio de uma mudança no nosso sistema político, econômico ou ideológico.

Prognósticos de calamidades ambientais são normalmente seguidos de censuras e recomendações sobre como podemos "salvar o planeta".

Os marxistas projetam comunismo como o clímax de um processo libertador de vários estágios que exige o colapso do capitalismo.

Os defensores da democracia liberal proclamaram o fim da história quando a Guerra Fria foi vencida por esta democracia liberal.

Padrão cerebral

Cognitivamente, existem vários processos em andamento, começando com o fato de que nossos cérebros adoram buscar padrões.

Considere este experimento imaginário:

Você é um hominídeo nas planícies da África, alguns mil anos atrás. Você ouve um barulho na grama. É apenas o vento ou é um predador perigoso?

Se você assumir que é um predador, mas for apenas o vento, você fez o que é chamado de erro tipo I na ciência cognitiva, também conhecido como falso positivo, ou acreditar que algo é real quando não é.

Você conectou A, o farfalhar da grama, a B, um predador perigoso, mas não sofreu nenhum dano com esse erro.

Por outro lado, se você assumir que o barulho na relva é apenas o vento, mas verificar que era na verdade um predador perigoso, você fez um erro do tipo II na cognição, também conhecido como falso negativo, ou acreditar que algo não é real quando é.

Você falhou em conectar A a B, e virou almoço do predador.

Segundo os cientistas, imaginar apocalipses é uma forma de procurar padrões baseados em nossa percepção cognitiva da passagem do tempo. [Imagem: Nemo/Wikimedia]

Até que se prove o contrário

O problema é que avaliar a diferença entre um erro tipo I e um erro tipo II é altamente problemático na fração de segundo que muitas vezes determinava a diferença entre a vida e a morte em nossos ambientes primordiais.

Isso fez com que adotássemos como default - uma posição padrão - assumir que todos os padrões são reais. Em outras palavras, assumir que todos os ruídos na grama são feitos por predadores.

Assim, houve uma seleção natural para o processo cognitivo de assumir que todos os padrões são reais.

Tempo e causalidade

Imaginar apocalipses é uma forma de procurar padrões baseados em nossa percepção cognitiva da passagem do tempo.

Nós conectamos causalmente A a B a C a D porque eles estão conectados em ordem cronológica.

Ainda que ocasionalmente eles formem padrões falsos, no mundo natural eles estão ligados com uma frequência suficiente para que, em nosso cérebro, tempo e causalidade mostrem-se inseparáveis.

Sentido para o mundo

As visões apocalípticas também nos ajudam a dar sentido a um mundo muitas vezes aparentemente sem sentido.

Diante da confusão e do nosso próprio aniquilamento, precisamos buscar sentido e segurança.

Nós queremos sentir que, não importa quão caótico, opressivo ou mal o mundo está, tudo sairá bem no final.

O apocalipse, com o sentido de fim da história, torna-se aceitável quando acompanhado da crença de que haverá um novo começo.
Da New Scientist
Diário da Saúde!!!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Vamos fazer exercícios garante a nossa vida saudável!!!

Como a beleza de um coração a escorrer, você e o mais belo amor que Deus fez para viver.

Resultado de imagem para gif de amor

A Saúde é como a cachoeira a deslizar, temos que cuidar prevenir, vigiar, viverá bem é longo.