sejam bem vindos!!!

Mentes em Ação,significa pensar,conhecer,entender,significa também medir,ponderar as ideias.( Fazer Reciclaaação )
Mostrando postagens com marcador Mamães. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mamães. Mostrar todas as postagens

sábado, 14 de janeiro de 2012

Demora no atendimento é principal causa de morte no parto!!!


Pobres e ricos

São recorrentes nos noticiários das TVs os casos em que mulheres grávidas acometidas de complicações morrem por falta de assistência em tempo hábil ou até por não chegarem a ser atendidas.

Meio milhão de mortes maternas ocorre no mundo anualmente entre gravidez, parto e puerpério - período que sucede ao parto, a grande maioria delas em países em desenvolvimento.

Embora essas mortes possam ser evitadas, as causas das complicações que as originam não são previsíveis.

A maior parte das complicações que podem levar a óbitos ocorre em proporções semelhantes nos mais diversos contextos socioeconômicos, mesmo naqueles em que a educação é adequada, o pré-natal cumpre rotinas corretas e que contam com bom suporte nutricional.

As complicações não discriminam países ricos ou pobres.

O que determina então a gritante diferença entre os índices de mortalidade materna quando comparados países de menor e de maior desenvolvimento?

Socorro rápido

Os indicadores de mortalidade materna se mostram extremamente sensíveis a dois fatores: cuidados obstétricos adequados e, talvez mais importante, a presteza com que são aplicados.

Estes dois principais indicadores levaram à adoção de um modelo teórico denominado três demoras (Three delays model) com o objetivo de estudar as causas das mortes maternas desde o início das complicações até o óbito.

O modelo considera os fatores que interferem na busca pelo cuidado adequado e que podem contribuir para as chances de sobrevivência.

Esses fatores são compartimentados em três fases: demora na decisão da mulher e/ou da família em procurar cuidados; demora de chegar a uma unidade de cuidados adequados de saúde; demora em receber os cuidados adequados na instituição de referência.

Com base nesse modelo, Rodolfo de Carvalho Pacagnella, obstetra e professor da Universidade Federal de São Carlos, desenvolveu estudo que permitiu determinar essas demoras no atendimento obstétrico como uma das principais causas de óbito das mães.

Quase-perda materna

O trabalho foi orientado no sentido de aprofundar o referencial teórico sobre o tema e avaliar a associação entre demoras na obtenção de cuidados obstétricos adequados e diferentes desfechos maternos segundo o modelo três demoras.

Com efeito, os pesquisadores constataram que a utilização desse modelo, que antes se atinha às pacientes que morriam, passa a ser estendida para o universo das sobreviventes a partir do conceito de quase-perda materna, constituindo uma alternativa ao conceito de mortalidade materna.

O autor da pesquisa explica que esse novo conceito se debruça sobre o estudo dos casos de complicações que potencialmente poderiam ter levado à morte, que não se concretizou devido a intervenções ou cuidados.

São os casos que ele chama de "quase morte".

O conceito quase-perda materna, que estuda as sobreviventes, permite uma análise mais acurada porque se aplica a um universo que, além de muito maior, é constituído por pessoas que podem ser contatadas.

A aplicação exclusiva do modelo "três demoras", conforme concebido, levaria apenas ao estudo dos casos de óbitos, que além de bem menores, inviabilizam verificações diretas com as vítimas.

Demora fatal

Para a medida de saúde de uma maneira geral são utilizados alguns índices, como mortalidade infantil no caso de crianças.

Para a saúde materna se utilizavam até muito recentemente os índices de mortalidade materna durante gravidez, parto e puerpério.

Apesar de importante para diferenciar o desenvolvimento de diferentes países, a mortalidade nesses períodos é relativamente pequena e os números minimizam o problema.

Então os profissionais envolvidos com saúde materna e a OMS procuraram entender o problema de maneira mais ampla, de modo a caracterizar um indicador que pudesse refletir com consistência as complicações que ocorrem nos três períodos e que permitisse discriminar países em vários graus de desenvolvimento.

Rodolfo conta que, em um universo de mais de 82 mil partos investigados, 9.555 mulheres apresentaram complicações graves. Dentre estas, 8.645 constituíram casos com complicações consideradas potencialmente ameaçadoras à vida; 770 referem-se a situações com complicações que levaram à falência de órgãos (quase-perda materna); e 140 delas morreram.

Com base em dados sobre demoras ele comparou as ocorrências nesses vários grupos, fato inédito na literatura. Estas comparações o levaram a concluir que as demoras mais significativas ocorreram com as mulheres que chegaram a óbito.

E essas demoras puderam ser localizadas na própria paciente, no sistema de saúde, no hospital, no médico ou profissional de saúde.

"Embora isso pareça óbvio, nunca tinha sido antes determinado de maneira sistemática, através de dados concretos, de forma a confirmar os pressupostos de partida: mais demoras, mais mortes", afirma ele.

Para o pesquisador, os problemas mais graves decorrem da demora do hospital em ministrar os cuidados adequados. Ademais, emergem também as demoras relacionadas à organização dos serviços de saúde, ao transporte e à comunicação entre os vários níveis de assistência quanto à transferência das pacientes.

Os dados mostram que cerca de 40% das pacientes pesquisadas enfrentaram algum tipo de demora. Esse índice sobe para 52% nas mulheres que apresentaram alguma complicação grave. As vítimas de complicações mais graves, que quase levaram à morte, passaram por algum tipo de demora em uma das três fases propostas pelo modelo três demoras. E entre as que morreram, 84% enfrentaram pelo menos alguma demora, o que mostra claramente a associação entre demora e evolução da complicação.

Três demoras

Rodolfo considera o conceito das três demoras extremamente importante e atual nos trabalhos envolvendo morte materna, principalmente quando associado ao conceito de quase-perda, que amplia e dinamiza sua utilização.

Para ele, o estudo mostra a adequação do conceito à realidade e sua viabilidade. Ele conclui que, quanto maior o número de demoras, mais graves as complicações maternas, especialmente se essa demora ocorrer em nível terciário, ou seja, no local em que a mulher deveria receber o cuidado adequado, que lhe permite a sobrevivência.

A expectativa é a de que o estudo leve inicialmente algumas regiões do país a organizar um sistema de vigilância epidemiológica em relação ao atendimento da mulher, semelhante ao que existe nos centros mais desenvolvidos.

Ele defende enfaticamente que cada local que possua unidade hospitalar com atendimento para grávidas tenha pessoal treinado e claramente identificado com os critérios da OMS. "É o que vai permitir identificar casos graves, de forma que diagnosticado o problema a paciente possa ser encaminhada e receber assistência necessária. É a única maneira de testar o alcance dos modelos conceituais que estamos aplicando. Sem dúvida nenhuma, para a redução da mortalidade materna não basta um pré-natal bem feito se não existir um sistema organizado. É para sua consolidação que nossa pesquisa quer contribuir".

Para Rodolfo, o modelo três demoras constitui um importante referencial teórico para o estudo dos casos de quase-perda materna e a análise de demoras na assistência obstétrica nesses casos pode fornecer dados precisos sobre as determinantes da mortalidade materna. A frequência de demoras na assistência obstétrica está diretamente relacionada ao pior desfecho materno e são significativamente mais prevalentes entres os casos classificados como de quase-perda materna ou de óbitos.

Quanto às pacientes, os dados mostram ainda que se associam positivamente à prevalência de demoras no recebimento do cuidado obstétrico idade da gestante, gestação precoce, cor não branca, baixa escolaridade, antecedentes de aborto e internação pelo SUS.
Carmo Gallo Netto - Jornal da Unicamp.
Diário da Saúde!!!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Mitos e verdades sobre gravidez e obesidade juntas!!!


Obesidade e gravidez juntas apresentam um conjunto único de desafios que as mulheres devem enfrentar para alcançar o melhor resultado possível para si mesmas e para seus bebês.[Imagem: University of Rochester]
Gravidez com obesidade

Ironicamente, apesar da ingestão calórica excessiva, muitas mulheres obesas são deficientes em vitaminas vitais para uma gravidez saudável.

Mas há muitas outras estatísticas alarmantes que surgem quando obesidade e gravidez coincidem.

Juntas, elas apresentam um conjunto único de desafios que as mulheres e seus médicos devem enfrentar para alcançar o melhor resultado possível para a mãe e para o bebê.

Na edição de dezembro da revista Seminários em Perinatologia, a especialista em medicina materna, Loralei Thornburg (Universidade de Rochester - EUA) revisa as principais mudanças e obstáculos relacionados à gravidez que as mulheres obesas podem ter de enfrentar antes do parto.

Mito ou Verdade?

"Embora você possa ter uma gravidez bem-sucedida com qualquer peso, as mulheres precisam entender os desafios que o seu peso irá criar e se tornar uma parceira no seu próprio tratamento, pois elas precisam conversar com seus médicos sobre a melhor forma de otimizar a sua saúde e a saúde de seu bebê," recomenda ela.

"Eu trato pacientes obesas o tempo todo, e embora nem tudo saia sempre exatamente como planejado, elas podem ter uma gravidez saudável," afirma a médica.

Os seguintes mitos e verdades destacam alguns dos obstáculos para se ter em conta antes, durante e após a gravidez com obesidade.

Alguns são bem comuns, mas alguns chegam a ser surpreendentes.

Muitas mulheres obesas apresentam deficiência de vitaminas

Verdadeiro.

Quarenta por cento são deficientes em ferro, 24% em ácido fólico e 4% em vitamina B12.

Esta é uma preocupação porque certas vitaminas, como o ácido fólico, são muito importantes antes da concepção, diminuindo o risco de problemas cardíacos e defeitos da coluna vertebral em recém-nascidos.

Minerais, como cálcio e ferro, são necessários durante a gravidez para ajudar os bebês crescerem.

A especialista afirma que a deficiência de vitamina tem a ver com a qualidade da dieta, e não com a quantidade.

Mulheres obesas tendem a fugir dos cereais fortificados, frutas e legumes, e comer mais alimentos processados, que são ricos em calorias, mas pobres em valor nutritivo.

"Assim como todo mundo, as mulheres que estão pensando em engravidar, ou estão grávidas, devem adotar uma mistura saudável de frutas e legumes, proteínas magras e carboidratos de boa qualidade," afirma.

Pacientes obesas precisam de ganhar pelo menos 7 quilos durante a gravidez

Meia verdade.

Em 2009, o Instituto de Medicina dos Estados Unidos revisou suas recomendações para ganho de peso gestacional de mulheres obesas de "pelo menos 7 quilos" para "de 5 a 9 quilos".

O detalhe é que, além de um menor limite inferior, agora há um limite máximo.

De acordo com pesquisas anteriores, as mulheres obesas com ganho de peso excessivo durante a gravidez têm um risco muito elevado de complicações, incluindo o nascimento prematuro, cesariana, falha na indução do parto, bebês grandes demais para a idade gestacional e recém-nascidos com baixo teor de açúcar no sangue.

Se uma mulher começa a gravidez com sobrepeso ou obesa, não ganhar muito peso pode de fato melhorar a probabilidade de uma gravidez saudável, ressalta a médica. Falar com seu médico sobre o ganho de peso adequado para a sua gravidez é fundamental, diz ela.

O risco de parto prematuro espontâneo é maior em obesas do que em não-obesas.

Mito.

Mulheres obesas têm maior probabilidade de parto prematuro recomendado - um parto antecipado por razões médicas, como diabetes materno ou pressão arterial elevada.

Mas, paradoxalmente, o risco de parto prematuro espontâneo - quando uma mulher entra em trabalho de parto por uma razão desconhecida - é, na verdade, 20% menor em obesas do que em não-obesas.

Não há explicação para o porquê disso, mas Thornburg diz que a hipótese corrente sugere que isto está provavelmente relacionado a alterações hormonais nas mulheres obesas que podem diminuir o risco de parto prematuro espontâneo.

Doenças respiratórias na obesidade aumentam risco de complicações não pulmonares na gravidez

Verdadeiro.

As doenças respiratórias na obesidade incluem a asma e apneia obstrutiva do sono, enquanto as complicações não-pulmonares na gravidez incluem o parto cesáreo e a pré-eclâmpsia (pressão alta).

Mulheres obesas têm taxas de complicações respiratórias mais elevadas, e até 30% têm uma exacerbação da asma durante a gravidez, um risco quase uma vez e meia maior do que as mulheres não-obesas.

De acordo com Thornburg, as complicações respiratórias representam apenas uma peça do quebra-cabeça dos problemas de saúde na obesidade, que aumenta a probabilidade de problemas na gravidez.

Ela salienta a importância de manter a asma e outras condições respiratórias sob controle antes de engravidar.

As taxas de amamentação são elevadas entre mulheres obesas

Mito.

As taxas de amamentação são baixas entre as mulheres obesas, com apenas 80% amamentando nos primeiros dias, e menos de 50% indo além de seis meses, ainda que a amamentação esteja associada com menor retenção de peso pós-parto.

Thornburg reconhece que pode ser um desafio para as mulheres obesas amamentarem.

Muitas vezes leva mais tempo para seu leite descer e elas podem ter menor produção, já que o tamanho do peito não tem nada a ver com a quantidade de leite produzido.

"Devido a estes desafios, as mães precisam ser educadas, motivadas e trabalharem com seus médicos, enfermeiros e profissionais de lactação para caprichar na amamentação. Mesmo que só seja possível fazer o aleitamento parcial, ainda é melhor do que amamentação nenhuma," conclui a médica.
Diário da Saúde!!!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Feto consegue sentir estado psicológico da mãe!!!


Sinais da mãe para o bebê

Conforme o feto cresce, ele está constantemente recebendo mensagens de sua mãe.

E não se trata só de ouvir seus batimentos cardíacos e ou de as músicas que a mãe canta para seu bebê, mas também sinais químicos através da placenta.

Cientistas agora confirmaram que essa comunicação química inclui sinais sobre o estado mental da mãe.

Se a mãe está deprimida, isto vai afetar a forma como o bebê se desenvolve depois que ele já tiver nascido, inclusive fisiologicamente.

Ambiente estável

Curt A. Sandman e seus colegas da Universidade da Califórnia (EUA) agora descobriram algo inusitada: o que importa para os bebês é se o ambiente é consistente antes e após o nascimento.

Ou seja, os bebês que se saíram melhor são aqueles que, ou tinham mães que eram saudáveis antes e após seu nascimento, ou mães que estavam deprimidas antes do nascimento e que permaneceram deprimidas depois.

Condições variáveis retardaram o desenvolvimento dos bebês - uma mãe que passou da depressão antes do nascimento para um estado saudável depois do parto, ou uma mãe saudável antes do parto que passou a estar deprimida depois.

"Temos que admitir, a dureza desta descoberta nos surpreendeu", disse Sandman.

Participante ativo

"Agora, a interpretação cínica dos nossos resultados seria que, se a mãe está deprimida antes do nascimento, você deve deixá-la dessa forma para o bem-estar da criança," comenta o pesquisador.

"Mas uma abordagem bem mais razoável seria tratar as mulheres que apresentam depressão pré-natal," Sandman diz.

No longo prazo, ter uma mãe deprimida pode levar a problemas neurológicos e distúrbios psiquiátricos, diz o pesquisador.

Em outro estudo, sua equipe descobriu que as crianças mais velhas cujas mães apresentaram ansiedade durante a gravidez, o que muitas vezes vem junto com a depressão, apresentam diferenças em determinadas estruturas cerebrais.

"Nós acreditamos que o feto humano é um participante ativo no seu próprio desenvolvimento e está coletando informações para a vida após o nascimento," comenta Sandman. "Ele está se preparando para a vida com base nas mensagens que a mãe está lhe oferecendo."
Diário da saúde!!!

domingo, 13 de novembro de 2011

Gravidez 8 mudanças estranhas que ocorre!!!


A gravidez é um período de grandes mudanças físicas. Abaixo você conhece oito das mudanças corporais mais estranhas que acontecem nesse período:

8 – VOCÊ GANHA UM NOVO ÓRGÃO
Não é só um bebê que se desenvolve. A placenta é único órgão temporário no corpo humano. Ela começa a se formar quando o óvulo fertilizado, nesse ponto um blastocisto multicelular, gruda-se na parede uterina, com aproximadamente uma semana da concepção. A camada exterior do blastocisto, chamada de trofoblasto, desenvolve-se na maior parte da placenta.
Uma vez que o órgão está estabilizado, seu trabalho é formar uma barreira porosa entre o sangue da mãe e do filho. Os vasos maternos deixam nutrientes e oxigênio nos espaços intervilosos, onde os vasos do feto pegam o que precisam e o carregam até ele através do cordão umbilical. O processo de excreção acontece da mesma maneira.
A placenta tem outra função temporária menos conhecida. O disco vermelho escuro de 2,2 quilogramas é também uma glândula endócrina, liberando hormônios no corpo. Da gonadotrofina coriônica humana (HCG, detectado em testes de gravidez) ao estrógeno e a progesterona, esses hormônios são cruciais para manter a gravidez e preparar as glândulas mamarias para a amamentação.

7 – SEUS OSSOS FICAM MAIS SOLTOS
A cabeça do bebê tem que sair de algum modo. Ainda bem que o corpo de uma futura mãe tem um truque para isso: o hormônio relaxina. O nome diz muito, já que sua função é relaxar as cartilagens dos ossos.
Mas, infelizmente, o hormônio não afeta apenas a pélvis. Presente dez vezes mais na gravidez do que em momentos normais, todas as juntas do corpo são afetadas. Ele é a razão para algumas grávidas experimentarem dores nas juntas e nas costas. E se, antes de engravidar você calçava menos, não se preocupe. A culpa é da relaxina e de ligamentos afrouxados.

6 – MEMÓRIA DE PEIXE
As grávidas merecem um desconto quando se esquecem de algo, de acordo com um estudo do ano passado. Durante o segundo e terceiro trimestres de gravidez, as mulheres grávidas têm performances piores em testes de memória espacial do que as normais. É possível que mudanças hormonais sejam as culpadas, mas a fonte pode estar também nas mudanças repentinas de humor.

5 – OS FAMOSOS ENJOOS
Primeiro, as más notícias: enjoos matutinos são mentirosos. De fato, a sensação pode vir a qualquer hora do dia. Felizmente, esse efeito acaba após a 12° semana.
Ninguém sabe exatamente porque os enjoos afetam metade das grávidas, mas um estudo de 2008 sugere que as sensações ruins são uma adaptação para ajudar o desenvolvimento seguro do embrião. O estudo encontrou que o enjoo geralmente acontece devido a gostos ou cheiros fortes, o que pode ser uma tentativa do corpo de prevenir o consumo de coisas perigosas. O enjoo fica forte no período em que os primeiros órgãos estão sendo desenvolvidos no embrião, outro ponto para a possibilidade de ser uma defesa.

4 – O CORAÇÃO DÓI
Mas não é sentimental. A dor é consequência da expansão do útero no sistema digestivo. Normalmente, os sucos gástricos são mantidos embaixo pelo esfíncter esofágico, um músculo circular que fecha o esôfago quando a pressão no abdômen cresce. Mas durante a gravidez, a progesterona relaxa o músculo, aumentando a pressão interna.

3 – FILA PARA O BANHEIRO
Durante a gravidez, a mulher provavelmente vai preencher boa parte do dia indo ao banheiro. Por quê? Você pode por a culpa no bebe que está crescendo, já que ele pressiona a bexiga, a uretra e os músculos da pélvis. Essa pressão não significa apenas mais idas ao banheiro, mas também uma tossida, uma espirrada ou uma piada podem te relaxar demais.

2 – 50% A MAIS DE SANGUE
Todo o trabalho duro da gravidez exige mais vasos e mais sangue. Na 20ª semana, seu corpo tem 50% a mais de sangue do que tinha no começo. Todo esse sangue extra pode trazer alguns efeitos colaterais estranhos, incluindo varizes, hemorroidas, e até uma cor avermelhada, já que a circulação na pele aumenta. Até alguns sangramentos nasais podem ocorrer, devido ao inchaço das mucosas.

1 – AS MÃOS PODEM FORMIGAR
Gravidez pode causar síndrome do túnel do carpo. Esse efeito colateral, marcado por mãos formigando ou dormentes, é causado por inchaços da gravidez. Fluídos extras (que são responsáveis por um quarto do peso extra ganho na gravidez) podem se acumular nos tornozelos e pulsos, graças à gravidade. Nas mãos, esse acúmulo pode apertar nervos, causando “pontadas”. Mas não se preocupe, assim como as outras sete mudanças, essa também tem solução: passe pela gravidez e dê a luz ao seu querido filho, e pronto![LiveScience],hipescience.

Obs :Charles lopes: A beleza da vida,a beleza da criação Divina,que nós permitiu fazer parte da sua criação de cada ser , único no universo,criado exclusivamente por Deus para Deus, isto e ato de Amor para nós seres humanos filhos de Deus, muito lindo, obrigado senhor por mi permitir ver este ato de Amor!!! Ser mamãe a graça maior do Universo!!!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Mãe, TV e sexo têm resultados diferentes para jovens!!!!


Síndrome de Pink Floyd?

A relação de um adolescente com sua mãe pode protegê-lo dos efeitos negativos que a televisão tem sobre suas atitudes sexuais?

Isso depende do sexo do adolescente, segundo um novo estudo realizado por Laura Vandenbosch e Steven Eggermont, da Universidade Católica de Leuven, na Bélgica.

Para as meninas, um bom relacionamento com a mãe é um fator protetor.

Para os meninos, no entanto, um forte apego à mãe aumenta a probabilidade de que eles vão ter atitudes sexuais estereotipadas, como retratado na televisão.

Para eles, parece que a música Mother, de Pink Floyd, tem um sentido bem real.

Mãe, TV e sexo

Pesquisas têm mostrado que as mães de adolescentes socializam seus filhos para a responsabilidade sexual e para suas atitudes sexuais mais importantes.

Vandenbosch e Eggermont queriam ver se o apego materno pode amortecer o efeito negativo dos estereótipos mostrados pela televisão sobre as atitudes sexuais dos adolescentes e, mais especificamente, se o apego materno tem o mesmo efeito para meninos e meninas.

Como previsto, quanto mais assistem televisão, mais os meninos assumem uma atitude sexual "recreacional" e concordam com os estereótipos relacionados às necessidades e à dominância dos machos.

Mas, quando as influências de assistir TV e do apego maternal foram combinados, o apego materno tem um efeito diferente sobre a relação entre ver televisão e as atitudes sexuais de meninos e meninas.

Amortecedor e acelerador

Por um lado, o apego à mãe funciona como um amortecedor contra os efeitos da televisão entre as meninas.

As garotas mais firmemente ligadas às suas mães parecem ser menos suscetíveis à influência negativa da televisão em atitudes como ver o sexo como recreação e às atitudes perante a obsessão sexual masculina.

Por outro lado, os meninos com forte ligação com suas mães são mais suscetíveis à influência negativa da televisão sobre essas mesmas atitudes - para eles, sexo é recreação e eles são machos, no sentido mais estereotipado do termo.

Ou seja, o efeito do apego às mães sobre os meninos e as meninas são exatamente opostos em relação aos estereótipos sexuais aprendidos na TV.
Diário da Saúde!!!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Vamos fazer exercícios garante a nossa vida saudável!!!

Como a beleza de um coração a escorrer, você e o mais belo amor que Deus fez para viver.

Resultado de imagem para gif de amor

A Saúde é como a cachoeira a deslizar, temos que cuidar prevenir, vigiar, viverá bem é longo.