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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Hospitais não podem pedir garantias financeiras para atendimento!!!


Tarde demais

A exigência de garantias financeiras para o atendimento de urgência a um paciente, comumente feita por hospitais, é ilegal.

A informação é do diretor geral do Procon do Distrito Federal, Oswaldo Moraes.

O assunto foi levantado depois que o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, de 56 anos, morreu depois de ter o atendimento recusado por dois hospitais de Brasília.

Primeiro o socorro

Os dois hospitais - Santa Lúcia e Santa Luzia - recusaram o atendimento a Duvanier, que havia sofrido um ataque cardíaco, porque seu plano de saúde não era aceito pelas instituições.

Para atendê-lo, os hospitais exigiram um cheque caução, mas como ele estava sem cheque, o atendimento foi recusado.

"O importante é dar os primeiros socorros. Se a pessoa não tem condições de pagar o hospital, deve ser transferida para um hospital público posteriormente e arcar com as despesas dessa transferência," informou Oswaldo Moraes, do Procon.

Cheques-caução

Em relação à exigência de cheques-caução, Moraes diz que a prática é abusiva e ilegal.

Segundo a Resolução 44 de 2003, da ANS, "fica vedada, em qualquer situação, a exigência, por parte dos prestadores de serviços contratados, credenciados, cooperados ou referenciados das operadoras de planos de assistência à saúde e seguradoras especializadas em saúde, de caução, depósito de qualquer natureza, nota promissória ou quaisquer outros títulos de crédito, no ato ou anteriormente à prestação do serviço".

Segundo Moraes, caso o atendimento seja negado, o consumidor deve procurar a ouvidoria ou a diretoria do hospital. Caso não resolva, deve comunicar ao Procon.

"Se ele [consumidor] precisa internar alguém, pode conseguir também por meio da esfera judicial, por uma liminar," explica, referindo-se a situações em que não há emergência.

O Procon pode punir administrativamente e multar os hospitais. "A multa varia de R$ 414,00 a R$ 6,2 milhões," disse Moraes.
Diário da Saúde!!!


Brasil é segundo país mais desigual do G20!!!

Campeão da desigualdade

O Brasil é o segundo país com maior desigualdade do G20, de acordo com um estudo realizado nos países que compõem o grupo.

De acordo com a pesquisa Deixados para trás pelo G20?, realizada pela Oxfam - entidade de combate à pobreza e a injustiça social presente em 92 países -, apenas a África do Sul fica atrás do Brasil em termos de desigualdade.

Como base de comparação, a pesquisa também examina a participação na renda nacional dos 10% mais pobres da população de outro subgrupo de 12 países, de acordo com dados do Banco Mundial.

Neste quesito, o Brasil apresenta o pior desempenho de todos, com a África do Sul logo acima.

Emergência desigual

A pesquisa afirma que os países mais desiguais do G20 são economias emergentes. Além de Brasil e África do Sul, México, Rússia, Argentina, China e Turquia têm os piores resultados.

Já as nações com maior igualdade, segundo a Oxfam, são economias desenvolvidas com uma renda maior, como França (país com melhor resultado geral), Alemanha, Canadá, Itália e Austrália.

Combate à pobreza

Mesmo estando nas últimas colocações, o Brasil é mencionado pela pesquisa como um dos países onde o combate à pobreza foi mais eficaz nos últimos anos.

O estudo cita dados que apontam a saída de 12 milhões de brasileiros da pobreza absoluta entre 1999 e 2009, além da queda da desigualdade medida pelo coeficiente de Gini, baixando de 0,52 para 0,47 no mesmo período (o coeficiente vai de zero, que significa o mínimo de desigualdade, a um, que é o máximo).

A pesquisa prevê que, se o Brasil crescer de acordo com as previsões do FMI (3,6% em 2012 e acima de 4% nos anos subsequentes) e mantiver a tendência de redução da desigualdade e de crescimento populacional, o número de pessoas pobres cairá em quase dois terços até 2020, com 5 milhões de pessoas a menos na linha da pobreza.

No entanto, a Oxfam diz que, se houver um aumento da desigualdade nos próximos anos, nem mesmo um forte crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) poderá retirar um número significativo de brasileiros da pobreza.

"Mesmo que o Brasil tenha avanços no combate da pobreza, ele é ainda um dos países mais desiguais do mundo, com uma agenda bem forte pendente nesta área", disse à BBC Brasil o chefe do escritório da Oxfam no Brasil, Simon Ticehurst.

Para ele, é importante que o governo dê continuidade às políticas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e que o Estado intervenha para melhorar o sistema de distribuição.

"Os mercados podem criar empregos, mas não vão fazer uma redistribuição (de renda)", afirma.

Redução da desigualdade

Ticehurst diz que, para reduzir a desigualdade, o Brasil também precisa atacar as questões da sustentabilidade e da resistência a choques externos.

"As pessoas mais pobres são as mais impactadas pela volatilidade do preço dos alimentos, do preço da energia, dos impactos da mudança climática. O modelo de desenvolvimento do Brasil precisa levar isso mais em conta."

Para o representante da Oxfam, a reforma agrária e o estímulo à agricultura familiar também é importante para reduzir a desigualdade.

"Da parcela mais pobre da população brasileira, cerca de 47% vive no campo. Além disso, 75% dos alimentos que os brasileiros consomem são produzidos por pequenos produtores, que moram na pobreza", afirma TiceHurst.

"É preciso fechar esse circuito para que os produtores que alimentam o país tenham condições menos vulneráveis e precárias."

Constrangimento

Segundo o estudo da Oxfam, a maioria dos países do G20 apresenta uma tendência "preocupante" no sentido do aumento na desigualdade.

A entidade afirma que algumas dessas nações foram "constrangidas" pelas reduções significativas da desigualdade registradas nos países de baixa renda nos últimos 15 anos.

"A experiência do Brasil, da Coreia do Sul e de vários países de renda baixa e média-baixa mostra que reduzir a desigualdade está ao alcance dos dirigentes do G20", afirma o texto.

"Não existe escassez de potenciais alavancas para políticas (de redução da desigualdade). Em vez disso, talvez exista uma escassez de vontade política", diz o estudo.
Diário da saúde!!!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Apetite sexual masculino é a causa de guerras e outros conflitos humanos!!!


De acordo com cientistas, o apetite sexual masculino é a causa as guerras; ao menos a maioria dos conflitos humanos, dos “hooligans” do futebol até as disputas religiosas.

O instinto “guerreiro” masculino significa que os homens estão programados para serem agressivos contra qualquer um que pareça ser estranho.

Em termos evolucionários, a violência ajudou alguns de nossos antepassados a aumentar seus status e ganhos materiais, mas em termos modernos, esse tipo de comportamento pode levar a conflitos de grande escala.

Em contraste, os pesquisadores afirmam que as mulheres têm uma tendência natural a “compreender e apoiar”, o que implica em tentativas de resolver conflitos de maneira pacífica, para proteger as crianças.

O novo estudo é uma revisão para a hipótese do “homem guerreiro”. Ele tenta mostrar que em todas as culturas, ao longo da história, os homens tiveram mais tendência a usar a violência do que as mulheres.

A atitude “tribal” dos homens teria como finalidade última o aumento das chances de se reproduzir, similar ao comportamento territorial dos chimpanzés.

O novo estudo também examinou evidências que sugerem que o sexo masculino tem um senso maior de identidade de grupo do que o feminino, desenvolvendo laços mais fortes quando confrontados.

Os especialistas dizem que esse tipo de comportamento, contra pessoas de fora, foi importante no passado, “mas pode não ser funcional nos tempos modernos, e até contraprodutivo”.

Algumas vezes, isso resultou em guerras gigantes entre países e impérios, chegando até as lutas constantes entre gangues urbanas e torcedores de futebol.

Mark van Vugt, que liderou o estudo, comenta: “A solução para os conflitos, que são um problema comum em todas as sociedades modernas, continua indefinida. Uma das razões para isso talvez seja a dificuldade em mudar a nossa maneira de pensar, que vem se desenvolvendo por milênios”.

A revisão sugere que a mente humana é formatada de um modo que tende perpetuamente para o conflito contra os ‘diferentes’. “Nós vemos um comportamento similar nos chimpanzés. Por exemplo, os machos ficam monitorando continuamente as fronteiras de seus territórios”, explica. “Se uma fêmea de outro grupo chega perto, ela pode ser persuadida para migrar.

Mas se um macho passa muito os limites, ele pode ser brutalmente machucado e até morto”, adiciona.

Uma pesquisa de 2008 mostrou que a evolução da agressividade nos homens é derivada da luta por parceiras e territórios. O estudo mostrou que nossos genes podem ter um impacto significativo em traços como a agressividade, o que significa que no curso de nossa história, os grupos mais agressivos acabaram “selecionados naturalmente”.

Por conquistarem mais mulheres e deixarem mais descendentes como sinal de vitória, seus traços genéticos foram passados para frente.
Hypescience!!!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Projeto no Senado quer punição para pais por abandono moral!!!


Abandono moral

Mais uma proposta que tramita no Legislativo promete gerar polêmica quanto ao limite da interferência do legislador na individualidade do cidadão.

De autoria do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), o projeto define diversas situações como "abandono moral", suscetível de punição as pais.

Entre as situações de abandono moral estão a ausência física dos pais quando solicitados pela criança, a falta de orientação quanto à escolha profissional e até a falta de "solidariedade e o apoio nos momentos de intenso sofrimento ou dificuldade".

O projeto de Crivella, que está na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, obriga os pais educarem os filhos "de acordo com o contexto social em que a criança vive", respeitando valores culturais, morais, éticos, artísticos e históricos.

Bom senso

"Essas leis que vêm nesse sentido [de punir] são leis que só têm efeito preventivo de mudar a mentalidade dos pais. Só que elas já existem e esse projeto de autoria do senador Marcello Crivella se afina com a Lei da Palmada.

Sem uma fiscalização das leis existentes, elas se tornam inócuas", opina a advogada e especialista em assuntos da família, Felícia Harada.

A advogada defende, na criação dos filhos, o bom senso.

"No direito de família, é necessário ter bom senso, a lei não tem o poder de alterar a consciência dos pais. O que o Estado deve fazer é estruturar as famílias, oferecendo educação, saúde e segurança," afirma.

Arbitrariedade

Para a psicóloga e educadora Adriana Albuquerque, existem pais que são imaturos quanto à educação da criança e do adolescente.

"Na geração dos nossos avós, a educação era arbitrária e não havia diálogo. Na educação de hoje, nessa nova geração, é preciso ter limites. Tem que haver o equilíbrio, nem pode haver o extremo da educação tradicional e nem o extremo do pode tudo", destacou.

A psicóloga observa ainda que é muito cômodo para o Estado instituir leis para que os pais simplesmente sigam e que ele [Estado] só deve intervir somente quando os pais estão extrapolando na educação dos filhos, ou seja, usando de violência.

"Quando o Estado diz que não pode bater, não pode dar a palmada e fala em sofrimento [como diz o texto da Lei da Palmada] é um exagero. Uma coisa é a palmada, outra coisa é o sofrimento.

"Uma criança de 3 anos, segundo a neurociência, não está com o cérebro apto para a compreensão da linguagem e faz-se necessário o uso da palmadinha na mão, como forma de repreender e chamar a atenção para o que é certo e errado.

"Em um determinado momento, essa intervenção do Estado na educação da criança pode incentivá-la a se rebelar e achar que pode tudo", pontuou Adriana.

Leis demais

Em meio à polêmica, há concordância entre especialistas no assunto de que há instrumentos suficientes para tratar do tema da violência contra crianças, sejam os filhos ou não, como é o caso do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), das punições presentes no próprio Código Penal [existe um capítulo inteiro sobre crimes contra a família] e do próprio Código Civil, que trata do poder familiar no Artigo 1.630.
Diário da Saúde!!!

domingo, 8 de janeiro de 2012

Cooperação Internacional vai produzir lotes contra HIV/Aids - Fiocruz!!!


Ter, 03 de Janeiro de 2012 08:43        Alexandre Matos  

A partir de 2012, Moçambique representará uma nova fase na luta contra a epidemia de HIV/Aids na África subsariana. Está previsto para o segundo semestre deste ano o início da produção dos primeiros lotes de antirretrovirais da fábrica, fruto de uma parceria com Farmanguinhos.

Com isso, o país africano pretende aumentar o acesso às drogas contra a doença e ao mesmo tempo diminuir a dependência internacional. Maputo vai ter o primeiro laboratório da região (excluindo a África do Sul) certificado pela OMS para a produção dos antirretrovirais além de outros medicamentos.

Depois do lançamento dos primeiros antirretrovirais combinados, em 1996, o acesso às drogas nunca deixou de ser desigual. Enquanto as grandes farmacêuticas continuaram investindo em novas fórmulas no Primeiro Mundo, as nações emergentes apostaram no desenvolvimento de genéricos.

Já os países pobres assentaram os seus programas de combate à Aids em doações internacionais. Segundo um site português I, nos próximos quatro anos o Brasil vai investir 16 milhões de euros nesta fábrica em Maputo e formar cem técnicos, garantindo acesso a conhecimentos que até agora não existiam no país.


 Em entrevista ao veículo português, a chefe de Gabinete de Farmanguinhos, Lícia de Oliveira, explicou que o maior ganho será na transferência de conhecimento tecnológico. “Cada vez há mais autores que defendem que os países não se dividem pelas condições econômicas, mas pelo acesso à tecnologia.

Temos países que produzem as melhores tecnologias, outros – como o Brasil – que conseguem o acesso a essa tecnologia e estão a transformá-la e países que são apenas consumidores. Queremos elevar Moçambique a país capaz de transformar tecnologia”, ressaltou.

 O acordo para a criação da fábrica, com as obras quase concluídas, inclui a transferência de tecnologia de cinco antirretrovirais de primeira linha produzidos na unidade, como a combinação Lamivudina + Zidovudina + Nevirapina, para adultos e crianças.

Lícia adianta que, quando a fábrica for reconhecida pela OMS, o país poderá pedir à indústria licenças voluntárias para medicamentos mais avançados, um mecanismo disponível nos países em desenvolvimento, mediante situações de emergência pública. Permite, por exemplo, que a empresa de genéricos sul-africana Aspen tenha conseguido autorização para usar fórmulas da GlaxoSmithKline e da Merck.

Nos primeiros seis meses, os lotes produzidos servirão, todos eles, apenas para testes de bioequivalência.

A perspectiva é abastecer o mercado nacional, mas poderá haver exportação. Está prevista uma produção anual de 226 milhões de comprimidos antirretrovirais e 145 milhões de unidades de outros medicamentos, como ácido fólico.

Atualmente, somente metade dos soropositivos candidatos a tratamento em Moçambique tem acesso aos medicamentos.
Farmanguinhos!!!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Brasileiros ficam menos generosos em 2011!!!


Generosidade

O Brasil caiu nove posições e aparece em 85º lugar - empatado com a Argentina - em um ranking que classifica os países pelo nível de generosidade de seus cidadãos.

O índice, elaborado pela entidade Charities Aid Foundation (CAF), com sede no Reino Unido, é elaborado por meio de uma pesquisa que faz três questões: se a pessoa, no último mês, doou dinheiro a uma instituição de caridade, se ela realizou trabalho voluntário ou se ajudou algum estranho ou alguém que ela não sabia se precisava de ajuda.

A média simples do percentual das respostas positivas a essas três perguntas resulta no índice de cada país.

Assim, em 2011, o Brasil apresentou um índice de generosidade de 29%, com 48% dos entrevistados afirmando que ajudaram um estranho, 26% dizendo que doaram dinheiro a instituições de caridade e apenas 14% relatando participação em trabalho voluntário.

Em 2010, o país apresentou um índice de 30%, ficando na 76ª posição.

Voluntariado

Em termos de voluntariado, o Brasil caiu um ponto percentual em relação a 2010, ficando em 101º lugar, empatado com África do Sul, Bangladesh, Camarões, Itália, Mali, Marrocos, Moçambique e República Democrática do Congo.

O ranking é liderado pelos Estados Unidos, país que estava em quinto lugar em 2010.

Em segundo lugar, aparece a Irlanda, que subiu uma posição em relação ao ano passado, seguida por Austrália (3º) e Nova Zelândia (4º), que, na pesquisa anterior, estavam empatados em primeiro lugar. O Reino Unido subiu três posições e é quinto.

As últimas posições do ranking são ocupadas por Croácia, Albânia, Grécia, Burundi e Madagascar, que tem o pior resultado geral.

A CAF calculou os índices com base em uma pesquisa realizada pelo instituto Gallup, que entrevistou mais de 150 mil pessoas em 153 países.

Generosidade global

De acordo com a CAF, o estudo de 2011 indica um aumento na generosidade dos cidadãos dos países pesquisados, com um aumento do índice global de 31,6% em 2010 para 32,4% neste ano.

A entidade afirma que foi verificado um aumento na ajuda a estranhos e no tempo dedicado a trabalhos voluntários. Por sua vez, as doações em dinheiro tiveram queda.

Segundo a pesquisa, o maior aumento de generosidade em 2011 foi verificado na Ásia, com quatro das cinco regiões do continente apresentando melhora no índice.

A CAF recomenda aos governos que garantam a existência de ministérios responsáveis por promover ações de caridade mais efetivas, enquanto as empresas devem incentivar seus funcionários a participar de trabalhos voluntários e facilitar o apoio às comunidades locais.

Aos cidadãos comuns, a entidade pede que pelo menos 1,5% da renda individual seja destinado a caridade, com os mais ricos dando proporções maiores. Ela pede também que os doadores assegurem doações regulares às entidades e busquem maneiras eficientes de dar dinheiro, podendo fazer uso de mecanismos oferecidos pelo Estado como abatimento de impostos.
Diário da saúde!!!

Microagulhas de teia de aranha dão injeção sem dor!!!


Sendo muito pequenas, as microagulhas de seda de aranha não atingem a terminações nervosas da pele, o que elimina a dor das injeções tradicionais. [Imagem: Tsioris et al./Advance Functional Materials]
Agulha de seda

Pesquisadores usaram a seda que as aranhas usam para fazer suas teias para criar um novo sistema de microagulhas que injeta medicamentos sem dor.

Além do maior conforto, as microagulhas de seda podem liberar quantidades precisas de medicamento de forma controlada ao longo do tempo, e sem exigir refrigeração.

Como o processo de fabricação sem dá a temperatura ambiente e em água, os compostos bioquímicos mais sensíveis podem ser incorporados em seu interior.

As agulhas de seda são biocompatíveis e biodegradáveis.

Aplicação controlada de medicamentos

Os pesquisadores da Universidade de Tufts (EUA) demonstraram com sucesso a capacidade das microagulhas de seda para aplicar uma molécula grande, modelo das drogas enzimáticas, chamada HRP (do inglês horseradish peroxidase), a taxas controladas, mantendo a bioatividade da molécula.

Além disso, as microagulhas de seda carregadas com tetraciclina inibiram o crescimento da bactéria Staphylococcus aureus, demonstrando o potencial das microagulhas para prevenir infecções locais.

"Ajustando as condições de pós-processamento da proteína de seda, e variando o tempo de secagem da proteína, fomos capazes de controlar com precisão a liberação da droga em experimentos de laboratório," disse Fiorenzo Omenetto, um dos inventores das microagulhas.

"O novo sistema resolve desafios de longa data para a aplicação de medicamentos, e acreditamos que a tecnologia poderá também ser usada em outras aplicações de armazenamento biológico," afirmou.

Injeção sem dor

Embora alguns medicamentos possam ser engolidos, muitos não sobrevivem à passagem pelo trato gastrointestinal, precisando ser aplicados por meio de injeções.

Sendo muito pequenas, as microagulhas não atingem a terminações nervosas da pele, o que elimina a dor das injeções tradicionais.

Finalmente vem aí a injeção sem agulhas
Diário da Saúde!!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Espuma inteligente traz suspensão ar para cadeiras e camas!!!


Os atuadores são minúsculos recipientes pneumáticos, o que significa que o paciente sente como se a espuma inteligente estivesse "se enchendo", de forma totalmente macia e confortável.[Imagem: Fraunhofer]
Úlceras de compressão

Quem trabalha sentado sabe o quanto isso pode ser desconfortável ao longo do dia, sobretudo por causa das dores, que podem ir das coxas às costas.

Com isso é possível imaginar o que passa um cadeirante ou um paciente hospitalizado, que precisam ficar o todo todo sentados ou deitados, sempre na mesma posição.

Os problemas vão além das dores incômodas, frequentemente chegando até às chamadas úlceras de compressão, um problema sério e de difícil tratamento, que pode resultar na sepse.

Estofamento inteligente

Mas a ajuda está a caminho.

Engenheiros alemães inventaram um estofamento inteligente, que possui um sensor que equaliza a pressão seletivamente.

Isto significa que, em vez de a pessoa precisar se ajeitar continuamente para evitar o desconforto ou a pressão localizada, é o próprio assento que se ajusta continuamente.

A espuma inteligente elimina a necessidade do auxílio de terceiros, sobretudo em hospitais. Uma pesquisa recente mostrou que a falta de cumprimento das rotinas de mudança de posição na cama é uma das principais causas das úlceras de pressão.

Aparelho eletrônico previne úlceras de pressão
Suspensão a ar

A espuma é repleta de sensores e atuadores: os primeiros detectam a posição e os segundos agem para contrabalançar essa pressão.

São cerca de 100 sensores para uma área equivalente ao assento de uma cadeira.

Os atuadores são minúsculos recipientes pneumáticos, o que significa que o paciente sente como se a espuma estivesse "se enchendo", de forma totalmente macia e confortável.

Os pesquisadores afirmaram ter dado maior atenção na fabricação de sensores e atuadores de baixo custo, para que a espuma inteligente possa chegar rapidamente ao mercado a um preço que viabilize sua adoção por pessoas individuais e hospitais.
Diário da saúde!!!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Médicos devem ler Shakespeare para entender conexão mente-corpo!!!


Shakespeare foi um entendedor excepcional da ligação corpo-mente, o que pode ajudar os médicos se lembrarem que os sintomas físicos podem ter causas psicológicas. [Imagem: Wikipedia]
Conexão entre corpo e mente

Há poucos dias, o jornalista Moisés de Freitas virou hit nas redes sociais com um texto que critica a visão da ciência tradicional, que encara o homem como um animal humano, sem espírito.

Agora foi a vez de um médico britânico sugerir que ler Shakespeare pode ajudar os médicos a entenderem melhor a conexão entre a mente e o corpo.

O estudo, publicado no periódico científico Medical Humanities, destaca que Shakespeare foi um mestre na descrição do fundo emocional dos sintomas físicos de seus personagens, o que pode ajudar os médicos atuais.

"Eles poderiam aprender a ser médicos melhores estudando Shakespeare. Isto é importante porque os chamados sintomas funcionais são a principal causa de consultas aos clínicos gerais e dos encaminhamentos a especialistas," afirma o Dr. Kenneth Heaton.

Do psíquico ao fisiológico

O Dr. Heaton, que é médico, mas também profundamente versado em literatura, estudou não apenas toda a obra de Shakespeare, como também o trabalho de 46 outros autores da mesma época.

"A percepção de Shakespeare de que o torpor e as sensações intensas podem ter uma origem psicológica parece não ter sido compartilhada por seus contemporâneos, nenhum dos quais incluiu estes fenômenos nos trabalhos examinados", escreveu o Dr. Heaton.

Ele conclui que Shakespeare foi um entendedor excepcional da ligação corpo-mente, o que pode ajudar os médicos se lembrarem que os sintomas físicos podem ter causas psicológicas.

"Muitos médicos relutam em explicar os sintomas físicos por distúrbios emocionais, e isso resulta em diagnósticos tardios, exames em excesso e tratamentos inadequados," afirma.

O psicólogo Shakespeare

Ao contrário de seus contemporâneos, Shakespeare foi um mestre em vincular os sintomas físicos com os problemas emocionais.

Vertigem e tontura são observadas em cinco personagens em "A Megera Domada", "Romeu e Julieta", "Henrique VI", "Cimbelino", e "Troilo e Créssida".

Há onze episódios de falta de ar associada com emoções extremas em "Os dois cavalheiros de Verona", "O estupro de Lucrécia", "Vênus and Adônis" e "Troilo e Créssida".

Fadiga e cansaço como resultado de mágoa ou angústia aparecem em "Hamlet", "O Mercador de Veneza", "Do jeito que você gosta", "Ricardo II" e "Henrique IV".

Distúrbios de audição em períodos emoções intensas aparecem em "Rei Lear", "Ricardo II" e "Vida e morte do Rei João".
Diário da saúde!!!



terça-feira, 22 de novembro de 2011

Religiões afro-brasileiras são vítimas de intolerância!!!

Na casa do papai há muitas moradas,recicla a mente gente,gente que ama não agride gente.


Ignorância religiosa

Pesquisa da Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) sobre religiões afro-brasileiras no estado do Rio comprova denúncias de intolerância religiosa.

Dados preliminares do estudo "Mapeamento das Casas de Religiões de Matriz Africana no Rio de Janeiro", que identificou 847 templos, revelam que 451 - mais da metade - foram vítimas de algum tipo de ação que pode ser classificada como intolerância em razão da crença ou culto.

No estado com a maior proporção de praticantes de religiões afro-brasileiras na população (1,61%), segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas com base no Censo 2010, a pesquisa da PUC-Rio identificou templos em 27 dos 92 municípios fluminenses.

Embora não represente a totalidade das casas religiosas desse segmento no estado, de acordo com uma das coordenadoras, a professora Denise Fonseca, o mapeamento é o primeiro a tratar de casos de intolerância religiosa.

Neopentecostais

Segundo Denise Fonseca, a maioria dos casos relatados pelos entrevistados são "pequenas sabotagens", mas também agressões.

"Os relatos vão desde carros sendo multados por uma polícia que nunca entra em determinada comunidade nem de dia nem de noite - a não ser em dia de atividades religiosas - até a situação de pai de santo sendo espancado por praticantes de outras religiões", disse.

Como os dados do mapeamento estão sendo avaliados caso a caso, a professora explica que o perfil dos agressores requer uma "análise cuidadosa". Mas adianta que os relatos apontam para uma confirmação de estatísticas da Polícia Civil, sendo os praticantes de religiões neopentecostais os principais violentadores dos templos de matriz africana.

"Não temos provas tangíveis, concretas, mas há um conjunto de indícios que constituem um quadro bastante claro", declarou a coordenadora.

O ataque de neopentecostais contra as religiões afro-brasileiras tem parte da explicação no próprio preconceito sofrido pelo grupo, segundo o teólogo da Igreja Presbiteriana de Copacabana, reverendo André Mello.

Ele explica que, para se afirmar, o grupo precisou "fazer barulho". Conquistou veículos de comunicação e amplificou as estratégias para se proteger e para angariar fiéis. "O problema é que o próprio campo religioso não sabe lidar com a diversidade", avaliou.

Religião mesclada com crimes

Por outro lado, segundo a PUC-Rio, as maiores vítimas são os candomblés da Baixada Fluminense. Embora os ataques precisem ser mais bem estudados, Denise Fonseca avalia que os praticantes acabam mais "visíveis para serem atacados" porque naturalmente exibem sinais de "pertença racial", ou seja, "é o fenótipo dos praticantes, os símbolos sagrados e o alinhamento aos valores do terreiro. Essa externalidade os torna alvos mais visíveis, mas não mais vulneráveis", explicou.

As agressões praticadas por facções criminosas também são denunciadas por sacerdotes, mas ainda não estão evidentes no mapeamento. Segundo o representante do conselho de lideranças religiosas que acompanha a pesquisa da PUC-Rio, pai Pedro Miranda, da União Espiritista de Umbanda do Brasil (Ueub), em alguns episódios, a intolerância reflete "interesses comerciais", já em outros, ocorre em função da influência de seguidores de religiões neopentecostais.

"Na zona norte, em comunidade dominada, traficantes impediam trabalhos em tendas porque o som dos atabaques atrapalhava o controle da chegada da polícia", disse pai Pedro, que, como representante do templo onde atua, responde a processo criminal por excesso de barulho durante suas cerimônias. "Em outra comunidade, na qual um segmento de evangélicos escondia um traficante, em troca, a facção criminosa impedia os templos de realizarem suas atividades", completou.

Discurso de violência

Há três anos, em um serviço pioneiro no país, responsável pelo acompanhamento de casos de intolerância religiosa no Rio, o delegado Henrique Pessoa, da 4ª Delegacia de Polícia, corrobora o dado da pesquisa.

"Maciçamente, os agressores são neopentecostais", disse. "Eles têm um discurso que acaba na violência", declarou, ao informar que recebe cerca de 40 denúncias por ano.

Em fase de conclusão, com a previsão de ser apresentado em 2012, o mapeamento da PUC-Rio também constatou que centenas de templos têm projetos de assistência social.

A maioria dá apoio a políticas públicas de distribuição de renda, suplementação alimentar para crianças, desenvolvem projetos de educação de jovens e adultos e de saúde.
Diário da saúde!!!

sábado, 19 de novembro de 2011

Dia da bandeira brasileira l9 de novembro!!!!


História do Dia da Bandeira

O Dia da Bandeira foi criado no ano de 1889, através do decreto lei número 4, em homenagem a este símbolo máximo da pátria. Como nossa bandeira foi instituída quatro dias após a Proclamação da República, comemoramos em 19 de novembro o Dia da Bandeira.

Nesta data ocorrem, no Brasil, diversos eventos e comemorações cívicas nas escolas, órgãos governamentais, clubes e outros locais públicos. É o momento de lembrarmos e homenagearmos o símbolo que representa nossa pátria. Estas comemorações ocorrem, geralmente, acompanhadas do Hino à Bandeira. Este lindo hino ressalta a beleza e explica o significado da bandeira nacional.

Curiosidades sobre a bandeira brasileira:

- Quando várias bandeiras são hasteadas em nosso país, a brasileira deve ser a primeira a chegar no topo do mastro e a última a descer.

- Quando uma bandeira brasileira fica velha, suja ou rasgada, deve ser imediatamente substituída por uma nova. A bandeira velha deve ser recolhida a uma unidade militar, que providenciará a queima da mesma no dia 19 de novembro.

- Caso a bandeira fique hasteada no período noturno, ela deve ser iluminada.

Informações gerais:

A letra do Hino à Bandeira  foi escrito por Olavo Bilac e a música composta por Francisco Braga. Ele foi apresentando pela primeira vez em nove de novembro de 1906.

HINO À BANDEIRA

Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor! Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

suapesquisa.com!!!


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Nanotecnologia preocupa consumidores!!!


Nanopartículas já são encontradas em mais de mil produtos, mas seus efeitos sobre a saúde humana ainda não foram bem pesquisados. Elas são tão pequenas que podem entrar nas células humanas. [Imagem: Millenium Technology Prize]
Riscos da nanotecnologia

Um grupo de consumidores se uniu à Universidade de Lausanne, na Suíça, para lançar uma campanha de sensibilização sobre a nanotecnologia - o seu potencial, mas também os possíveis riscos à saúde e ao meio ambiente.

O que os protetores solares têm em comum com os tira-manchas de tecidos e uma geladeira que elimina os odores?

Todos são fabricados com nanotecnologia, com substâncias invisíveis ao olho humano e que têm um potencial incrível, mas também representam riscos desconhecidos.

Nanopartículas já são encontradas em mais de mil produtos e inúmeras empresas utilizam a nova tecnologia, seja na área de pesquisa ou na produção.

Promessas e ameaças

No entanto, o uso generalizado das nanopartículas é em grande parte desconhecido pelo público e ainda não há estudos exaustivo sobre os riscos possíveis para a saúde ou para o meio ambiente.

"Nos últimos 20 anos a nanotecnologia tem sido apresentada como revolucionária a partir de um ponto de vista científico - no sentido de que ela modifica os processos de produção e permite avanços nas áreas de eletrônica, medicina, energia renovável e agricultura", explica Marc Audétat, pesquisador da Universidade de Lausanne.

As esperanças dos pesquisadores são muitas: fala-se de um gel que irá promover o crescimento de dentes, ou mesmo o abrandamento dos efeitos do envelhecimento.

Se essas possibilidades continuam ainda sendo coisa de ficção científica, as dúvidas em torno da nova tecnologia são reais. É por isso que a federação dos consumidores da Suíça, em conjunto com o departamento de ciências da universidade, lançou uma campanha para sensibilizar o público e estimular o debate sobre os prós e contras da nanotecnologia.

Nanopartículas naturais e artificiais

As nanopartículas estão presentes na natureza ou são fabricadas, e consistem de alguns milhões de átomos. É a quantidade desses átomos que determina suas propriedades.

"Algumas matérias mudam quando são reduzidas a dimensões infinitamente pequenas. Esse é o caso do dióxido de titânio, que em seu estado natural é usado como pigmento em tintas na forma de um pó branco, mas se reduzido a uma nanopartícula torna-se transparente e se transforma em um filtro ultra-violeta", explica Huma Khamis, bióloga e especialista em nanotecnologia do grupo de consumidores.

Suas propriedades podem ser surpreendentes, mas também extremamente difíceis de definir, pois basta alterar apenas um átomo para provocar modificações radicais.

Nanopartículas de titânio rompem barreira de proteção do cérebro
Além disso, as nanopartículas têm uma superfície de contato particularmente grande em relação à sua massa e, portanto, muito sensível ao ambiente externo e altamente imprevisível.

O que causa preocupação é o contato humano com essas substâncias. "Não podemos descartar que essas partículas entrem em contato com o organismo através dos alimentos ou por inalação, com consequências para a saúde", adverte a especialista.

Consumidores como cobaias

De acordo com um estudo do Fundo Nacional de Pesquisa, no caso específico da Suíça, investe-se muito mais para descobrir quais as possíveis aplicações da nanotecnologia do que para saber quais os riscos que ela comporta.

Algumas experiências em animais demonstraram que há efeitos negativos no trato respiratório. Ou, no caso do dióxido de titânio (usado em protetores e cremes), o desenvolvimento de câncer em ratos de laboratório.

No momento, entretanto, a pesquisa toxicológica está em fase embrionária e por isso é difícil introduzir normas para aplicações comerciais - seja na Suíça ou em qualquer parte do mundo.

Efeitos da nanopartículas sobre a saúde podem estar errados
"Isso não significa que os consumidores devem ser usados como cobaias", afirma Khamis. "Cabe à indústria provar que as substâncias colocadas no mercado são realmente inofensivas, especialmente os cosméticos ou qualquer produto que entre em contato com a pele. Não é só o público que tem o direito de saber quais os itens que contêm nanopartículas. É uma questão de transparência e de livre escolha."

Nanotecnologia e amianto

O uso de nanopartículas também levantou algumas preocupações quanto ao impacto sobre os trabalhadores.

O amianto - que continua matando 100 mil pessoas por ano, no mundo - muitas vezes é dado como exemplo, embora a comparação possa parecer exagerada à primeira vista.

Suspeita-se principalmente dos nanotubos de carbono. No ano passado, foram produzidas 700 toneladas da substância. Moléculas cilíndricas, os nanotubos apresentam uma condutividade térmica extraordinária e propriedades mecânicas e elétricas que os tornam valiosos para uma gama diversificada de matérias estruturais.

Mas se essas qualidades são mais do que promissoras para a indústria, os efeitos na saúde parecem muito semelhantes às do amianto.

Nanopartículas podem ser tão perigosas quanto amianto?
"A história nos ensinou o quanto é importante conduzir a pesquisa preliminar para determinar os possíveis efeitos das novas tecnologias para evitar o que aconteceu com o amianto", diz Audétat.

Falta pesquisa

Audétat diz que o risco de se esconder algo hoje é menor do que quando os casos de amianto começaram a surgir. O pesquisador está mais preocupado com o fato de se dar mais atenção ao progresso científico do que à promoção de um debate transparente.

Há alguns anos, uma seguradora de saúde da Suíça publicou recomendações para as empresas que utilizam a nanotecnologia. Nenhuma lei sobre o assunto foi aprovada, mas o governo emitiu um plano de ação em 2008 para materiais nano sintéticos dirigidos à indústria e às empresas de varejo para facilitar a identificação de possíveis riscos.

Nanopartículas danificam DNA de células protegidas por barreira celular
"Esses tipos de iniciativas são importantes, mas não abrangem tudo. É necessário investir na pesquisa sobre os impactos das nanopartículas sobre a saúde de forma que regulamentos possam ser desenvolvidos para aplicações na indústria, agricultura e alimentação", conclui Khamis.

"Apesar dos esforços, a comunidade científica ainda não chegou a um consenso sobre a definição de uma nanopartícula ou as precauções ao modificá-la."
Diário da saúde!!!

domingo, 13 de novembro de 2011

Reciclando o tempo,Fatos,verdades é Desabafo!!!


Na fila do supermercado a caixa diz a uma Senhora idosa:
A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para levar as suas compras, uma vez que sacos e sacolas plásticas não são amigáveis ao meio ambiente.

A senhora humildemente pediu desculpas e disse:
De fato, não havia essa onda verde no meu tempo.

A funcionaria respondeu: (achando-se inteligente)
Esse é exatamente o nosso problema hoje em dia, minha senhora, sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente.

Você está certa, será, sabiamente responde a velha senhora:
Nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente, vamos ver:

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerantes é cervejas eram devolvidas á loja, á loja mandava de volta para á fabrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios.

Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 150 cavalos de potência a cada vez que precisávamos ir a dois quarteirões de distancia.

Mas você está certa: Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente.
Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis.

Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; e que depois como será descartado, e onde será descartado?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos.
O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funciona a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos e os Rios.

Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma  outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época.
Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam  em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas.

Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é visível, senhora, caixa, que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época?

Na minha época nós agíamos, trabalhávamos, duro para não destruir o meio ambiente, é vocês hoje quando vão deixar de blablabá é começar a reciclar de verdade, Reciclaaação já valeu, presta atenção.

Obs.: Charles Lopes adaptação de um E-mail que recebi de um amigo que verdades não podemos esquecer temos que apreender com elas doe a quem doer!!!
Vamos reciclar as mentes ai gente!!! 

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Medicina está sendo reduzida às questões econômicas!!!


Segundo os pesquisadores, essa redução da Medicina à Economia vai afastar profissionais realmente focados no humanismo, transformando os profissionais da saúde em burocratas seguidores de regras pré-estabelecidas para darem maior lucro.[Imagem: Wikimedia]
Fornecedores e clientes

Em uma denúncia contundente e alarmante, dois médicos britânicos alertam que a Medicina está sendo reduzida às questões econômicas.

Os médicos, que antes precisavam aprender apenas a linguagem médica, agora devem também lidar com um mundo da saúde que transformou hospitais em fábricas e consultas médicas em transações econômicas.

"Os pacientes não são mais pacientes, são 'consumidores' ou 'clientes'. Os médicos e enfermeiros foram transformados em 'fornecedores'," afirmam Pamela Hartzband e Jerome Groopman em um artigo no conceituado New England Journal of Medicine.

Soluções de prateleira

Segundo os estudiosos, as reformas dos sistemas de saúde que estão ocorrendo no mundo todo estão permitindo que economistas e políticos estabeleçam que os cuidados aos pacientes devam ser "industrializados e padronizados".

"Os hospitais e clínicas devem funcionar como fábricas, e termos arcaicos, como doutor, enfermeira e paciente devem ser assim substituídos por uma terminologia mais adequada a essa nova ordem," escrevem eles.

O problema, segundo os autores, é que o conhecimento especializado que os médicos e enfermeiras têm e usam para ajudar os pacientes a entenderem as razões de duas doenças e os tratamentos disponíveis está se perdendo em um sistema em que tudo deve depender de "soluções de prateleira", que pretendem substituir a "prática baseada em evidências" pelo "julgamento clínico".

Curandeirismo moderno

"Reduzir a medicina à economia faz uma paródia do vínculo entre o curandeiro e os doentes," escrevem os pesquisadores.

"Por séculos, os médicos mercenários têm sido publicamente e devidamente castigados. Esses médicos traem seu juramento. Devemos nós agora elogiar o médico cuja prática, como um negócio bem-sucedido, maximiza os lucros obtidos de seus 'clientes'?" questionam eles.

Nesse novo mundo da "Medicina Econômica", economistas e políticos querem que a prática da Medicina se reduza a seguir alguns manuais de instruções contendo orientações pré-estabelecidas.

Mas essas orientações, argumentam os estudiosos, são preferências subjetivas escolhidas por quem elabora as normas, e não conclusões científicas.

Normas subjetivas

Eles citam como exemplo o fato de que diferentes grupos de especialistas traçam guias de orientação diferentes partindo dos mesmos dados e dos mesmos experimentos científicos.

E isso em questões que vão dos cuidados com a hipertensão e o colesterol alto até os exames preventivos para câncer de próstata e câncer de mama.

Nos casos dos cânceres de mama e próstata, por exemplo, inúmeros estudos afirmam que o rastreamento não produz os benefícios apregoados, mas as organizações médicas orientam exames cada vez mais precoces.

Quando são colocados para debater, a discussão dá razão aos dois estudiosos, acabando em questões econômicas: os defensores de uma posição dizem que os outros querem ganhar dinheiro com mais exames, enquanto os defensores da outra posição dizem que o outro lado quer economizar dinheiro para os planos de saúde.

E os estudos científicos são deixados de lado.

Usurários da Medicina

Mais problemática ainda, afirmam os dois estudiosos, é o impacto do novo vocabulário sobre os futuros médicos, enfermeiros, terapeutas e assistentes sociais.

"Quando nós mesmos ficamos doentes, nós queremos alguém cuidando de nós como pessoas, não como clientes que estão pagando, e para individualizar nosso tratamento de acordo com nossos valores," escrevem eles.

Segundo os pesquisadores, essa redução da Medicina à Economia vai afastar profissionais realmente focados no humanismo, transformando os profissionais da saúde em burocratas seguidores de regras pré-estabelecidas para darem maior lucro.
Diário da Saúde!!!

Voluntário altruísta vive mais, voluntário egoísta não!!!


Voluntários vivem mais

Pessoas que fazem doações - de tempo ou de dinheiro -, mas sobretudo as que se tornam voluntárias em serviços à comunidade, vivem mais.

Agora, um novo estudo demonstrou que o que realmente importa é a razão pela qual as pessoas se tornam voluntárias, e não o simples fato de ajudar ou doar.

As pessoas que se tornam voluntárias porque querem ajudar os outros vivem mais do que as pessoas que não são voluntárias.

Mas aquelas que se tornam voluntários em busca de algum tipo de benefício pessoal não vivem mais do que os não-voluntários.

Razões para ser voluntário

"Sabemos há muito tempo que o voluntariado pode ter benefícios não apenas para as pessoas que recebem ajuda, mas também para aquelas que doam seu tempo e energia," afirma Sara Konrath, da Universidade de Michigan (EUA).

"Olhando por cima, o voluntariado parece ser um ato puramente altruísta. Mas, na verdade, as pessoas voluntarizam por uma ampla variedade de razões, de sair da casa e conhecer pessoas novas a fazer algo bom para as pessoas que precisam de ajuda," diz a pesquisadora.

Sara e seus colegas analisaram dados de um estudo longitudinal que está acompanhando uma amostra aleatória de ex-estudantes da universidade desde que eles se formaram em 1957.

Os dados utilizados na análise incluíram 3.376 homens e mulheres com idade média de 65 anos. Nessa amostra, 57% dos entrevistados fizeram pelo menos um trabalho voluntário nos últimos 10 anos.

A taxa de falecimento entre os usuários voluntários foi de 2,3%, contra 4,3% dos não-voluntários.

Voluntários altruístas

Mas o que realmente fez a diferença foram os motivos das pessoas para o voluntariado.

Mesmo depois de controlar variáveis que podem afetar a mortalidade, como a saúde física, os pesquisadores descobriram que os motivos para o voluntariado ainda têm um forte efeito sobre a mortalidade.

Quanto mais fortes foram as razões voltadas para o bem dos outros, maior foi a probabilidade de que as pessoas estivessem vivas no final do estudo.

Aqueles que deram maior nota a motivos relacionados com o benefício pessoal tiveram uma chance menor de estarem vivos no final do estudo.

Na verdade, aqueles que se voluntariaram para benefícios pessoais tinham a mesma probabilidade de morrer do que aqueles que nunca foram voluntários.

Estas razões incluíam se voluntariar por gostar do contato social, para sair da casa, para escapar de seus próprios problemas ou para explorar suas próprias forças.

Voluntariar é uma decisão pessoal

"Nossa análise demonstra claramente a importância dos motivos quando se consideram os benefícios do voluntariado para a saúde," resume Sara.

Ela acredita que suas descobertas sugerem que pode ser uma má ideia incentivar as pessoas para se tornarem voluntárias argumentando que isto seria bom para elas.

"Claro, é razoável que os voluntários esperem alguns benefícios para si mesmos. Mas é irônico que os benefícios potenciais à saúde sejam significativamente reduzidos se o auto-benefício tornar-se o principal motivo de uma pessoa para se voluntariar."
Diário da Saúde!!!
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Vamos fazer exercícios garante a nossa vida saudável!!!

Como a beleza de um coração a escorrer, você e o mais belo amor que Deus fez para viver.

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A Saúde é como a cachoeira a deslizar, temos que cuidar prevenir, vigiar, viverá bem é longo.