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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Nim suprime tumor e metástase do câncer de próstata.

Composto da árvore nim suprime tumor e metástase do câncer de próstata
Zhang Jingwen e Gautam Sethi comemoram os resultados excepcionais do composto de nim contra o câncer de próstata.
[Imagem: National University of Singapore]

Nimbolida

O consumo de um composto bioativo presente na planta medicinal nim (ou neem) pode suprimir significativamente o desenvolvimento do câncer de próstata.

A administração oral da nimbolida durante 12 semanas resultou na redução do tamanho do tumor de próstata em até 70% e na redução na metástase tumoral em até 50%.

Estes resultados impressionantes - lembrando que as terapias disponíveis para o câncer de próstata metastático são apenas marginalmente eficazes - foram obtidos por uma equipe internacional de pesquisadores liderada por Zhang Jingwen e Gautam Sethi, da Universidade Nacional de Cingapura.

Os testes foram realizados com um composto terpenoide bioativo - a nimbolida - derivado da Azadirachta indica, mais comumente conhecida como nim.

Nim contra câncer de próstata

"Embora diversos efeitos anticâncer da nimbolida venham sendo relatados em diferentes tipos de câncer, seus efeitos potenciais sobre a iniciação e a progressão do câncer de próstata não haviam sido demonstrados em estudos científicos.

"Neste estudo, nós demonstramos que a nimbolida pode inibir a viabilidade das células do tumor - um processo celular que afeta diretamente a capacidade de uma célula para proliferar, crescer, dividir ou consertar componentes celulares danificados - e induzir a morte celular programada em células do câncer da próstata," disse o professor Sethi.

Os resultados foram publicados na revista científica Antioxidants & Redox Signaling.

Nim - A planta medicinal

A árvore nim, que pertence à família do mogno, é originária do subcontinente indiano.

Ela tem sido parte da medicina tradicional asiática há séculos e é normalmente usada na medicina ayurvédica indiana.

Hoje, folhas e casca de nim são incorporadas em muitos produtos de higiene pessoal, como sabonetes, cremes dentais, cremes para a pele, repelentes contra insetos e até mesmo suplementos dietéticos.
Fonte; Diário da Saúde.com.br.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

É hora de abandonar exame de toque retal.


O Dr. Ryan Terlecki afirma que o exame de toque retal é uma "relíquia clínica".
[Imagem: Wake Forest Baptist Health]

Relíquia médica

Parece estar em curso uma revolução em uma das principais questões envolvendo os cuidados com a Saúde do Homem.

Se, de um lado, os especialistas defendem que o tratamento para o câncer de próstata nem sempre é necessário, agora é a prevenção que está passando por uma reavaliação.

O temido exame de toque retal, para verificar indícios de câncer de próstata, e que costuma afastar tantos homens do consultório médico, está tendo sua eficácia contestada.

"As evidências sugerem que, na maioria dos casos, é hora de abandonar o exame de toque retal," explica o urologista Ryan Terlecki, da Escola de Medicina Wake Forest (EUA). "Nossas descobertas provavelmente serão bem recebidas tanto pelos pacientes quanto pelos médicos."

Terlecki afirma que o toque retal, que muitos urologistas já chamam de "relíquia clínica", submete um grande número de homens a exames invasivos e desconfortáveis em nome de um benefício mínimo.

Além disso, ele faz com que muitos homens fujam de qualquer campanha de prevenção do câncer da próstata.

Toque retal versus PSA

A questão que a equipe de Terlecki se colocou é se o exame de toque retal é necessário quando está disponível um outro teste mais preciso, que mede o antígeno específico da próstata (PSA) no sangue. O PSA é uma proteína que frequentemente atinge níveis elevados em homens com câncer da próstata.

A equipe revisou toda a literatura médica que permitisse essa comparação, juntamente com resultados de um ensaio de rastreio no qual 38.340 homens fizeram simultaneamente exames anuais de toque retal e testes de PSA por pelo menos três anos. Esses homens foram então acompanhados por até 13 anos.

Dentre todos, a equipe centrou sua atenção em 5.064 homens que tinham um teste de PSA normal, mas resultados "anormais" no toque retal.

Sem saída

Apenas 2% dos homens com exame retal considerado anormal tinham o que é conhecido como câncer de próstata clinicamente relevante, o que significa que ele pode precisar ser monitorado ou tratado - em outras palavras, o exame de toque retal identificou apenas 2% de casos não identificados pelo exame PSA.

"O exame de toque retal captura uma pequena população adicional de homens com câncer de próstata, mas também submete desnecessariamente um grande número de homens ao teste", concluiu Terlecki.

Por outro lado, outros estudos têm feito ressalvas à adoção do exame de PSA como rotina, devido justamente aos falsos positivos e aos sobretratamentos que ele induz.

Exame PSA faz mais mal do que bem, dizem especialistas
Os resultados foram publicados na revista médica Current Medical Research and Opinion.
Fonte: www Diário da saúde.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

8 SINAIS E SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA DE VITAMINA D .

A Vitamina D é extremamente importante para o corpo humano. Ela é essencial para a execução de mais de 85 funções já definidas (1), além da ativação de mais de 2000 genes importantes.


Essencial para a vida… e mesmo assim, os níveis de deficiência são altíssimos, assim como os sintomas relacionados.
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O QUE É, PARA QUE SERVE E DE QUANTO PRECISAMOS?
Diferente das outras vitaminas, a Vitamina D funciona como um hormônio, e todas as células do corpo tem um receptor para ela. Compare em perspectiva com a frutose, hoje considerada um dos principais venenos para a Saúde, tão indesejável para o corpo que nenhuma célula tem receptor para a mesma – exceto o fígado, para eliminar a mesma.

O corpo produz a Vitamina D a partir do colesterol, quando a pele é exposta à luz solar, convertendo o colesterol na tão importante vitamina. Isso mesmo: sem colesterol não há Vitamina D. Ainda considera o colesterol um inimigo da Saúde?

Também é encontrada em certos alimentos, como peixes e produtos lácteos enriquecidos, no entanto, a dieta é uma fonte inadequada para a Vitamina D. O ideal seria realmente banhar-se no sol com regularidade, coisa que a maioria de nós não faz nesta realidade moderna em que passamos a maior parte de nosso tempo em ambientes fechados.

A ingestão diária recomendada oficial é geralmente em torno de 400-800 UI, mas os grandes especialistas são unânimes em afirmar que precisamos de maior quantidade.

A deficiência de Vitamina D é bastante comum. Estima-se que cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo têm baixos níveis de vitamina D no sangue (2), e isto considerando os baixos índices considerados “suficientes” pelas medições oficiais.

De acordo com um estudo de 2011, 41,6% dos adultos nos EUA são deficientes. Este número sobe para 69,2% em hispânicos e 82,1% em afro-americanos (3). Ou seja: quanto mais escura a pele, mais tempo de sol é necessário.

Estes são fatores de risco comuns para a deficiência de vitamina D:

Ter a pele escura e não passar um tempo bom sob o sol.
Estar acima do peso ou obeso.
Viver longe do equador, onde há pouco de sol durante o ano.
Sempre usar protetor solar quando sair (sim, protetor solar interfere na síntese de Vitamina D).
Passar a maior parte do tempo dentro de ambientes fechados.
As pessoas que vivem perto do equador e se expõem frequentemente ao sol raramente apresentam deficiências, pois a pele é capaz de produzir vitamina D suficiente para satisfazer as necessidades do corpo. Este é, aliás, o caminho ideal para obter este tipo de nutrição.

A maioria das pessoas não percebe a deficiência, uma vez que os sintomas são geralmente sutis. Você pode não percebe-los facilmente, mas estar alerta para os mesmos pode te ajudar a evitar pagar o alto preço cobrado por uma deficiência de Vitamina D3 – como ossos fracos e quebradiços, problemas imunes, cognitivos e muitos outros.

Aqui estão 8 sinais e sintomas da deficiência de vitamina D.

1. FICAR DOENTE OU CONTRAIR INFECÇÕES COM FREQUÊNCIA
Um dos papéis mais importantes da vitamina D é manter o sistema imune forte, capaz de lutar contra os vírus e bactérias que causam doenças.

A vitamina D interage diretamente com as células que são responsáveis por combater as infecções (4).

Se você adoece com frequência, especialmente com resfriados ou gripe, os níveis baixos de vitamina D podem ser um fator contribuinte decisivo.

Vários estudos têm mostrado uma ligação entre a deficiência e infecções das vias respiratórias como resfriados, bronquite e pneumonia (5, 6).

Inúmeros estudos demonstraram que tomar suplementos de vitamina D em doses de pelo menos 4.000 UI por dia (10 vezes mais que a recomendação oficial) pode reduzir o risco de infecções do sistema respiratório (7, 8, 9).

Em um estudo com pessoas com doença pulmonar crônica (DPOC), apenas os que estavam severamente deficientes em vitamina D experimentaram um benefício significativo depois de tomar um suplemento de dose alta durante um ano (10).

Resumindo: A vitamina D desempenha um papel importante na função imune. Um dos sintomas mais comuns de deficiência é um aumento no risco de doenças ou infecções.
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2. FADIGA E CANSAÇO
Sentir-se cansado o tempo todo pode ter muitas causas (desidratação crônica é uma delas) e a deficiência de vitamina D pode ser um delas. Estudos de casos têm mostrado que os níveis sanguíneos muito baixos podem causar fadiga, com grave efeito negativo na qualidade de vida (11, 12).

Num dos casos, uma mulher que se queixava de fadiga diurna crônica e dores de cabeça, foi encontrado um nível de concentração de apenas 5,9 ng / ml no sangue. Esta concentração é extremamente baixa, já que qualquer valor abaixo de 20 ng / ml é considerado como deficiente.

Ao tomar um suplemento de vitamina D, o seu nível aumentou para 39 ng / ml e seus sintomas desapareceram (12).

No entanto, mesmo que os níveis sanguíneos não sejam extremamente baixos pode haver impacto negativo sobre os níveis de energia.

Um grande estudo observacional analisou a relação entre a vitamina D e fadiga em mulheres jovens.

O estudo descobriu que as mulheres com níveis sanguíneos menores que 20 ng / ml ou 21-29 ng / ml eram mais propensas a queixar-se de fadiga do que aquelas com níveis sanguíneos maiores do que 30 ng / ml (13).

Outro estudo observacional feito com enfermeiras encontrou uma forte ligação entre níveis baixos de vitamina D e relatos de fadiga. Os pesquisadores ainda descobriram que 89% das enfermeiras eram deficientes (14).

Resumindo: fadiga excessiva e cansaço podem assinalar deficiência de vitamina D. Tomar suplementos pode ajudar a melhorar os níveis de energia.

3. DOR NOS OSSOS E NAS COSTAS
A vitamina D contribui para manter a saúde dos ossos através de inúmeros  mecanismos.

Um deles é fazer com que o corpo absorva melhor o cálcio.

Dor nos ossos e nas costas podem ser sinais de níveis inadequados de vitamina D no sangue.

Estudos encontraram uma relação entre a deficiência e a dor lombar crônica (15, 16, 17).

Um estudo examinou a associação entre os níveis de vitamina D e dor nas costas em mais de 9.000 mulheres de mais idade.

Os pesquisadores descobriram que aquelas com deficiência estavam mais propensas a dores nas costas, inclusive dores que limitavam suas atividades diárias (17).

Em um estudo controlado, pessoas com deficiência de vitamina D tinham quase duas vezes mais chances de sofrer dor óssea em suas pernas, costelas ou articulações em comparação com aqueles que apresentavam os níveis normalizados no sangue (18).

Resumindo: níveis sanguíneos baixos de vitamina D podem causar ou contribuir para dores ósseas e lombares.
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4. DEPRESSÃO
Em estudos de revisão, pesquisadores relacionaram a deficiência de vitamina D à depressão, particularmente em adultos mais velhos (19, 20).

Em uma análise, 65% dos estudos observacionais encontraram relação entre baixos níveis sanguíneos e depressão.

Alguns estudos controlados demonstraram que administrar vitamina D para pessoas com deficiência ajuda a melhorar a depressão, incluindo a depressão sazonal, que acontece durante os meses mais frios do ano (21, 22).

Resumindo: A depressão está associada com níveis baixos de vitamina D e alguns estudos descobriram que a suplementação melhora o humor.

5. DIFICULDADES DE CICATRIZAÇÃO
Cicatrização e recuperação lenta após cirurgias ou lesões pode ser um sinal de que os níveis de vitamina D estão muito baixos.

Resultados de um estudo de tubo de ensaio sugerem que a vitamina aumenta a produção de compostos que são cruciais para a formação de novos tecidos, como parte do processo de cicatrização de feridas (23).

Um estudo em pacientes que sofreram cirurgia dental descobriu que certos aspectos do processo de cura foram comprometidos pela deficiência de vitamina D (24).

Também foi sugerido que a vitamina D desempenha importante papel no controle de inflamações e no combate à infecções. Uma análise examinou pacientes com infecções nos pés decorrente de diabetes.

Foi constatado que as pessoas com deficiência grave de vitamina D estavam mais propensas a apresentar níveis mais elevados de marcadores inflamatórios, indicando maior dificuldade para o processo de cura (25).

Infelizmente, ainda há muito pouca pesquisa sobre os efeitos de suplementos de vitamina D na cicatrização de feridas em pessoas com deficiência.

No entanto, um estudo verificou que quando  pacientes deficientes em vitamina D com úlceras na perna foram tratados com a vitamina, o tamanho das úlceras foi reduzido em 28%, em média (26).

Resumindo: Níveis de vitamina D inadequados podem ocasionar uma piora na recuperação após cirurgias, lesões ou infecções.

6. PERDA ÓSSEA
A vitamina D desempenha um papel fundamental na absorção de cálcio e no metabolismo ósseo.

Muitas mulheres com mais idade que são diagnosticadas com perda óssea acreditam que precisam tomar mais cálcio. No entanto, elas podem também estar com deficiência de vitamina D.

A baixa densidade mineral óssea é uma indicação de que o cálcio e outros minerais foram retirados dos ossos. Isto faz com que as pessoas mais velhas, principalmente mulheres, apresentem maior risco de fraturas.

Em um grande estudo de observação com mais de 1.100 mulheres de meia idade na menopausa ou pós-menopausa, os pesquisadores encontraram forte ligação entre níveis baixos de vitamina D e baixa densidade mineral óssea (27).

No entanto, um estudo controlado descobriu que as mulheres que estavam deficientes em vitamina D não experimentaram melhorias significativas na densidade mineral óssea quando tomaram suplementos de altas doses, mesmo com os níveis sanguíneos apresentando melhoras (28).

Independentemente destes resultados, a ingestão adequada de vitamina D e uma ótima concentração nos níveis sanguíneos são uma boa estratégia para proteger a massa óssea e reduzir os riscos de fraturas.

Resumindo: Um diagnóstico de baixa densidade mineral óssea pode ser um sinal de deficiência de vitamina D. Ter o suficiente desta vitamina é importante para preservar a massa óssea conforme se envelhece.
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7. PERDA DE CABELO
A queda de cabelo é muitas vezes atribuída ao estresse, que certamente é uma causa comum.

No entanto, quando a perda de cabelos é grave, pode ser resultado de uma doença ou  de uma deficiência de nutrientes.

A queda de cabelo em mulheres tem sido associada a níveis baixos de vitamina D, embora pouca pesquisa tenha sido realizada(29).

Alopecia areata é uma doença auto-imune caracterizada por grave perda de cabelos e pêlos em outras partes do corpo. Está associada ao raquitismo, que é uma doença que enfraquece enormemente os ossos, principalmente em crianças, devido à deficiência de vitamina D (30).

Níveis baixos de vitamina D estão ligados ao aparecimento da alopecia areata e podem ser um fator de risco para desenvolver a doença (31, 32, 33).

Um estudo descobriu que, dentre pessoas com alopecia areata, aquelas que apresentaram perda mais grave de cabelo tinham também os níveis mais baixos de vitamina (33).

Em um estudo de caso, a  aplicação tópica de vitamina D sintética apresentou sucesso no tratamento de perda de cabelo em um menino com um defeito nos receptores de vitamina D (34).

Resumindo: A queda de cabelo pode ser um sinal de deficiência de vitamina D nos caso de perda de cabelo feminino ou na condição auto-imune de alopecia areata.

8. DOR MUSCULAR
As causas de dor muscular são muitas vezes difíceis de detectar.

Existem algumas evidências de que a deficiência de vitamina D pode ser uma causa potencial de dor muscular em crianças e adultos (35, 36, 37).

Em um estudo, 71% das pessoas com dor crônica apresentaram deficiência (37).

O receptor de vitamina D está presente em células nervosas chamadas nociceptores, que sentem dor.

Um estudo em ratos mostrou que a deficiência causa dor e sensibilidade celular devido à estimulação dos nociceptores nos músculos (38).

Alguns estudos descobriram que tomar altas doses de suplementos de vitamina D pode reduzir vários tipos de dor em pessoas deficientes (39, 40).

Um estudo com 120 crianças com deficiência de vitamina D que apresentavam dores de crescimento constatou que uma única dose da vitamina reduziu o nível de intensidade da dor em média de 57% (40).

Resumindo: Há uma ligação entre dor crônica e baixos níveis sanguíneos da vitamina, que que provavelmente ocorre devido à interação entre a vitamina e as células nervosas com sensibilidade à dor .
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CORRIGIR UMA DEFICIÊNCIA DE VITAMINA D É SIMPLES
A deficiência de vitamina D é incrivelmente comum e pode passar despercebida.

Isso porque os sintomas são muitas vezes sutis e não específicos, é difícil saber se eles estão sendo causados por níveis baixos de vitamina D ou por outras razões.

Se você desconfia que pode ter uma deficiência, é importante falar com o seu médico e examinar seus níveis sanguíneos.

Felizmente, uma deficiência de vitamina D é geralmente fácil de corrigir. Você pode aumentar sua exposição ao sol ou simplesmente tomar um suplemento.

A Vitamina D3 tem sinergia com a Vitamina K2, razão pela qual sugere-se que ambas sejam tomadas juntas.

Corrigir a deficiência é simples, fácil e traz grandes benefícios para a sua saúde. Prosperidade nutricional é fundamental para o corpo manifestar sua Saúde e Beleza.



REFERÊNCIAS:
1. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17326003

2. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4143492/

3. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21310306

4. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20824663

5. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27178217

6. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24766747

7. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3686844/

8. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20219962

9. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26319134

10. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22250141

11. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26543719

12. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21206551

13. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23511484

14. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26755458

15. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26431139

16. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16718398

17. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23758943

18. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21199469

19. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26998791

20. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23636546

21. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18793245

22. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19616172

23. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27222384

24. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21555774

25. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25331710

26. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23174792

27. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26538987

28. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26237520

29. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23428658

30. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21693169

31. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25058999

32. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24194967

33. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24655364

34. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22879719

35. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/2620972

36. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20642395

37. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24730754

38. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21957236

39. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23149532

Copiado do saite: https://flaviopassos.com/2016/09/11/8-sinais-e-sintomas-de-deficiencia-de-vitamina-d-que-podem-estar-custando-caro-para-sua-saude/

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A beleza da vida.

Dia Internacional da Mulher!!!

A beleza da vida esta em você que cuida da sua saúde para viver a vida melhor.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

60 DICAS PARA EMAGRECER – PERDER PESO

Perder peso

O excesso de peso deve ser encarado não como um problema essencialmente estético, mas sim como uma questão de saúde pessoal. Além dos próprios malefícios causados pelo excesso de gordura corporal, o indivíduo com excesso de peso também se vê frequentemente exposto a outros problemas de saúde, pois o sobrepeso e a obesidade estão frequentemente associados a uma dieta pouco saudável e ao sedentarismo.

Como se isso não fosse suficiente, algumas pessoas, influenciadas por padrões irreais de beleza, acabam procurando atalhos para conseguir perder peso, apelando para dietas da moda, que frequentemente são prejudiciais à saúde, ou para o uso substâncias químicas, muitas vezes sem a ajuda de um profissional de saúde.

O objetivo deste artigo não é apresentar fórmulas milagrosas para perder peso ou ensinar dicas secretas que farão você emagrecer rapidamente e sem esforço. Isso não existe. O objetivo do texto é mostrar que a implementação de pequenas mudanças de hábitos alimentares e de estilo de vida podem ter grande impacto a médio/longo prazo no controle do peso corporal ideal.

60 DICAS PARA MANTER UM PESO SAUDÁVEL.

O processo de perda de peso pode ser resumido a simples diferença entre a quantidade de calorias que você ingere por dia menos a quantidade de calorias que o seu metabolismo queima diariamente. Ou seja, se você ao longo de vários dias ingere mais calorias do que queima, você vai engordar. Por outro lado, se o seu consumo diário de calorias é menor do que a quantidade de calorias que o seu corpo queima, você irá emagrecer. Se a ingestão e a queima de calorias se equivalerem, o seu peso ficará mais ou menos estável ao longo das semanas.

Portanto, podemos dividir as nossas dicas em 2 grupos:

Dicas para consumir menos calorias ao longo do dia.
Dicas para aumentar a sua queima de calorias ao longo do dia.
DICAS PARA CONSUMIR MENOS CALORIAS

1- Evite o consumo de refrigerantes com açúcar. Uma única lata de Cola-Cola possui 35 gramas de açúcar, o que fornece 139 kcal. Só como comparação, 35 gramas de açúcar são 8 a 10 colheres de chá de açúcar. Já 139 kcal é o gasto médio de uma caminhada de 40 minutos. Se você consome mais do que uma simples lata de Coca-Cola por dia, o simples fato de interromper esse consumo, com certeza fará você perder alguns bons quilos em poucas semanas. Os refrigerantes dietéticos podem não ser uma bebida saudável, mas são muito melhores que os refrigerantes não-dietéticos em relação ao consumo de açúcar e calorias.

2- Não são só os refrigerantes que contêm excesso de açúcar. Antes de comprar uma bebida, veja a quantidade de açúcar e calorias da mesma. Bebidas energéticas e produtos voltados para a hidratação durante atividade física, tais como Gatorade e Powerade, também possuem excesso de açúcar. Uma garrafa de Gatorate, por exemplo, tem 30 gramas de açúcar ou cerca de 8 colheres de chá de açúcar.

3- Não se deixe enganar por produtos industrializados que são chamados naturais. Muitas marcas de sucos em caixa ou garrafa, que se dizem feitos com 100% de fruta, na verdade adicionam açúcar para melhorar o sabor. O fato de um suco de laranja ser feito com laranja de verdade não significa que o fabricante não possa ter adicionado açúcar à sua fórmula. Veja sempre as referências nutricionais no verso. Se tiver adição de açúcar, evite, pois a fruta por si só já é um alimento rico em carboidratos.

4- Na hora da refeição, nunca encha o prato. Coloque menos comida do que você acha necessário. Na hora da fome, a nossa capacidade de estimar a quantidade necessária de comida fica comprometida e, muitas vezes, comemos mais do que precisamos apenas para não deixar sobrar comida no prato.


5- Seguindo a mesma lógica do tópico anterior, utilize pratos menores. Um prato pequeno cheio pode passar a sensação de que há a quantidade ideal de comida melhor do que um prato grande vazio.

6– Não sinta-se obrigado a terminar o prato sempre. Se já está satisfeito, pare de comer mesmo que ainda haja comida no prato.

7- Coma apenas em um local da casa, como por exemplo, na sala ou na cozinha. Isso pode quebrar o hábito de comer em certos locais da casa fora das horas de refeições, como no escritório, na cama, em frente à TV, etc.

8- Crie um sistema de recompensas ao final do dia ou da semana após ter conseguido seguir uma dieta com menos calorias. Recompensas pode ser qualquer coisa que te faça sentir bem, seja ir ao shopping, cortar o cabelo, fazer as unhas, alugar um filme, receber massagens, ter relações sexuais, etc. A colaboração dos familiares é muito importante neste sistema. A recompensa não deve ser pela perda do peso, mas sim por melhores hábitos. Obs: nunca use comida como recompensa.

9- Descubra que sentimentos ou atividades disparam mais frequentemente o gatilho da vontade de comer. Tente ter controle sobre essas situações. Se possível, elimine-as

10- Veja quais são os alimentos hipercalóricos você mais consome. Pare de comprá-los. Se você os tiver em casa, torna-se quase impossível não consumi-los. O melhor jeito de não comer algo com muitas calorias e não ter acesso fácil ao mesmo.

11- Crie um diário ou um blog sobre a sua dieta. Escreva diariamente sobre os sucessos e os insucessos. Procure aprender com os erros dos dias anteriores.

12- Após cada garfada, tome um gole de água. Isso fará com que o estômago fique cheio mais rapidamente, reduzindo a quantidade de comida necessária para satisfazê-lo. Quando o estômago enche-se, o corpo libera neurotransmissores responsáveis pela sensação de saciedade.

13- Coma bem devagar, mastigue bem a comida e faça pequenas pausas durante a refeição. Dê tempo aos mecanismos de saciedade do corpo se ativarem.

14- Verduras e legumes não só são saudáveis, como têm poucas calorias. Se você come uma boa salada durante a refeição, estará ocupando espaço no estômago com um alimento que fornece poucas calorias. Coma a salada antes de preparar o prato principal ou reserve pelo menos 50% do espaço do prato principal para verduras e legumes.

15- Não adianta comer salada se você vai enchê-la de molhos, principalmente aqueles à base de maionese e queijos, que são hipercalóricos.

16- Faça um intervalo maior entre a comida e a sobremesa. Veja se você realmente precisa dela ou se o doce é apenas um hábito ou uma forma de recompensa.

17- Escove os dentes assim que terminar de comer, isso fará você pensar duas vezes antes de optar por comer uma sobremesa.

18- Combata o tédio com atividades, não com comida. Tente beber um bom copo de água antes de beliscar algum guloseima, para ver se a vontade de comer passa.

19- O azeite é um tipo de gordura saudável, mas ele tem muitas calorias. Se o objetivo for perder peso, encher a comida de azeite não vai ajudar. Use-o com parcimônia.

20- Evite fritar os alimentos que podem ser assados. Isso reduz drasticamente a quantidade de calorias do alimento.

21- Evite alimentos empanados, à parmigiana, gratinados, molhos ricos em maionese, molhos de quatro queijos, frituras ou qualquer outro alimento rico em gorduras, pois estes costumam ser hipercalóricos.

22- Frango assado é uma boa opção, mas ele deve ser consumido sem a pele.

23- Peixes são as melhores opções de carne.

24- Abula fast-food da sua dieta. São alimentos nutricionalmente pobres e ricos em calorias.

25- Durma, pelo menos, 7 a 8 horas por dia. Nosso organismo gasta mais calorias quando estamos dormindo em sono profundo do que quando estamos apenas deitados, seja lendo ou vendo TV. Quem dorme pouco tem maior risco de engordar.

26- Peça ajuda a um nutricionista para que ele prepare uma dieta com a quantidade ideal de calorias para você.

27- Na hora das compras, se houver na prateleira do supermercado mais de um produtos similar, veja nas informações nutricionais qual é a opção com menos calorias.

28- Nunca compre um produto sem antes consultar as informações nutricionais, principalmente a quantidade de calorias do alimento. Com o tempo, você vai aprender a identificar os alimentos mais adequados para perder peso ou para mantê-lo saudável.

29- Entenda que a reeducação alimentar é muito superior a qualquer dieta da moda. Você pode demorar mais tempo para chegar ao peso desejado, mas com certeza terá mais facilidade em mater o peso desejado a longo prazo.

30- Na hora de comprar laticínios, procure sempre pelas versões desnatadas, lights ou magras. Isso serve para iogurtes, leite, queijos, etc.

31- Se você deseja comer sorvete, picolé é uma opção melhor que os sorvetes de caixa.

32- Alimentos integrais são mais saudáveis, possuem mais fibras e são menos calóricos. As fibras ajudam a induzir a sensação de saciedade.

33- Bebidas alcoólicas são hipercalóricas. Quanto maior for o teor de álcool, mais calorias a bebida contém.

34- Evite comprar refeições prontas nos supermercados. Além de serem hipercalóricas, elas costumam ter grande quantidade de sal.

35- Não é preciso abolir totalmente nenhum tipo de comida. Se você não vive sem pizza no fim de semana, faça o cálculo das calorias que você pode consumir ao longo do dia. Você pode jantar uma pizza no Sábado, contanto que tenha refeições mais lights ao longo do dia. É importante evitar sabores com muita gordura e calorias, como quatro queijos ou bacon. Lembre-se que cada fatia de pizza pode ter entre 200 e 300 kcal. Quanto menos gordurosa for a pizza, mais fatias você poderá consumir.

36- Perder peso é muito mais fácil do que manter o peso perdido. Para manter um peso saudável você precisa mudar hábitos de vida e de alimentação, senão vai ficar sofrendo o chamado efeito sanfona, alternando períodos em que engorda e emagrece. Não adianta fazer dieta se essa dieta não lhe ensinar a comer melhor para o resto da sua vida.

DICAS PARA QUEIMAR MAIS CALORIAS

37- Não pule o café da manhã. Quando estamos em jejum nosso metabolismo desacelera e o corpo passa a consumir não só gordura, mas também massa muscular. A redução do metabolismo acaba fazendo com que as calorias não consumidas no café da manhã tenham pouca efeito na perda de peso. É melhor consumir um café da manhã saudável, com frutas, pão ou cereal integral e queijo magro do que ficar em jejum à espera da hora do almoço.

38- Não faça longos períodos de jejum durante o dia. Evite ter fome. É melhor comer 5 ou 6 pequenas refeições ao longo do dia, com poucas horas de intervalo, do que 2 ou 3 grandes refeições espaçadas. Grandes intervalos entre as refeições desaceleram o metabolismo e aumentam a liberação de insulina na hora de comer, dois fatores que impedem o paciente de perder peso. Obviamente, você não pode consumir alimentos hipercalóricos nessas refeições ao longo do dia. Faça uma pequena refeição a cada 4 horas. Deixe no seu bolso ou bolsa barras de cereais ou bolachas de sal de baixa caloria.

39- Um grande erro das pessoas que tentam emagrecer é achar que é fácil fazê-lo apenas reduzindo a ingestão de calorias. O aumento do gasto calórico diário através de exercícios torna a perda de peso muito mais fácil. Do mesmo modo que uma alimentação correta é uma questão de hábito, praticar exercícios também é.

40- Os exercícios físicos queimam calorias não só no momento do próprio exercício, mas também por várias horas depois.

41- Uma pessoa que se exercita com regularidade queima mais calorias quando em repouso do que uma pessoa sedentária. Mesmo dormindo, o metabolismo de quem se exercita é mais acelerado do que o do sedentário.

42- Tanto exercícios aeróbicos quanto musculação ajudam a perder peso.

43- Um quilo de músculo queima 2,5 vezes mais calorias que 1 kg de gordura quando em repouso. Quando ganhamos massa muscular, estamos aumentando o nosso consumo basal de calorias. Até 75% das calorias consumidas durante um dia é feita em repouso, através do metabolismo basal do nosso organismo, portanto, quanto mais massa muscular tivermos, mais calorias conseguiremos queimar, mesmo dormindo ou vendo TV deitado no sofá.

44- Se você não tem problemas cardiovasculares ou osteoarticulares, dê preferência a exercícios aeróbicos mais intensos para perder muitas calorias extras no dia. Uma aula de spinning, por exemplo, pode fazer você perder de 500 a 800 calorias a mais em um único dia. Isso sem contar com os benefícios cardiovasculares de se ter uma boa resistência aeróbica.

45- Se tiver tempo, tente fazer 30 minutos de exercícios aeróbicos e depois mais 30 minutos de musculação. A frequência ideal é 4 a 5 vezes por semana.

46- Qualquer grau de exercício é melhor do que nada, porém, exercícios aeróbicos com menos de 20 minutos de duração não são tão eficientes para queimar a gordura. Nos primeiros minutos queimamos apenas as reservas de açúcar. Para chegar às reservas de gordura, são necessários, pelo menos, 20 a 25 minutos de exercícios ininterruptos.

47- Se você não consegue ou não pode correr, ande. Caminhar 30 minutos diariamente é suficiente.

48- O ideal durante uma atividade física é manter a frequência cardíaca elevada de modo contínuo. Andar e parar, andar e parar, como algumas pessoas fazem no dia a dia do trabalho não funciona tão bem quanto uma caminhada ininterrupta de meia hora.

49- Se for possível, vá para o trabalho de bicicleta. Deixe o carro em casa. A maioria das grandes do mundo tem construído ciclovias para que a sua população torne-se mais saudável.

50- Se deixar o carro em casa é impraticável, tente estacioná-lo mais longe então. Ande um pouco até chegar ao trabalho.

51- Troque o elevador pelas escadas. Isso ajuda a emagrecer e ainda fortalece os seus membros inferiores.

52- Musculação pode ser feita em qualquer idade, desde que acompanhada por profissional habilitado. Idosos não só podem como devem exercitar os seus músculos.

53- Quanto mais velha a pessoa fica, mais importante se torna a musculação para evitar a redução do gasto calórico basal com a queda natural do metabolismo.

54- Fazer dezenas de repetições de exercícios abdominais não fará sua barriga sumir se você não emagrecer. Você pode até criar músculos abdominais, mas, como a gordura é mais superficial, eles ficarão escondidos. A barriga desaparece fazendo exercícios aeróbicos e musculação em geral.

55- Durante a musculação, trabalhe grandes grupamentos musculares, como peito, costas e coxas, pois, por serem músculos maiores e mais fáceis de se desenvolver, eles farão você perder peso mais rapidamente.

56- Se você não suporta correr ou fazer musculação, existem várias alternativas, tais como esportes em grupo (futebol, basquete, vôlei…), dança, aulas de aeróbica, canoagem, montanhismo, escaladas, fazer trilhas, ioga, pilates, etc. Uma hora de ioga, por exemplo, pode ajudar a queimar até 350 kcal.

57- Natação é um excelente exercício para emagrecer, pois ao mesmo tempo é aeróbico e estimula o desenvolvimento de músculos.

58- Exercícios de manhã dão resultados melhores que ao final do dia, quando você já está cansado.

59- Andar de bicicleta é outra opção excelente e pode ser feita em família. Fortalece os músculos e é uma atividade aeróbica.

60- Qualquer atividade física é melhor do que nenhuma atividade. Se você não está habituado(a) a fazer exercícios, comece devagar. Procure por atividades que não sejam penosas. Emagrecer deve ser um objetivo a médio/longo prazo. Se você não gosta de se exercitar e ainda procura ter resultados imediatos, isso é o primeiro passo para desistir precocemente.


Fonte: http://www.mdsaude.com/2015/12/dicas-para-emagrecer-perder-peso.html
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